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Value Creation Forums: criação de valor pelo alinhamento da inovação com negócio

galp innovation labs

Um grande grupo do sector energético em Portugal contratou à LBC uma formação em competências de inovação para 75 dos seus quadros intermédios. O objetivo: reforçar competências de inovação estratégica nos seus quadros médios.

A solução proposta preconizada pela LBC foi a de uma formação-ação com vista a alinhar inovação com negócio, gerar intrapreneurs dentro da empresa, que estruturassem ideias de negócio, as trabalhassem e apresentassem as 3 melhores ao Conselho de Administração do grupo, num formato Value Creation Forum.

Na sequência do alinhamento com empresa, foram definidas 3 turmas que, ao longo de 4 meses, trabalharam colaborativamente e entre diferentes áreas do Grupo, para atingir o resultado esperado. No final, foram apresentadas as melhores ideias ao Conselho de Administração, em formato elevator pitch, com recurso à técnica NABC do Stanford Research Institute (SRI), e posteriormente implementadas.

Alinhamento e desenho do programa

O programa foi proposto ao cliente e foram alinhados objetivos, prazos e indicadores de sucesso, preparados conteúdos, equipa e material de apoio. O Value Creation Forum previa sessões teóricas e sessões práticas, com recurso a metodologias variadas e complementares, nomeadamente de design thinking segundo a metodologia da d.School, a técnica de pitching NABC do SRI, a concepção dos customer journey e do business canvas para a construção do modelo de negócio.

Organização de turmas e grupos de trabalho e implementação da formação com mentores internos

Os participantes foram divididos em 3 turmas de 25 pessoas, cada turma com 5 grupos de trabalho de equipas multidisciplinares, com diferentes perspetivas de negócio e da atividade, de modo a potenciar o valor. Desde a primeira sessão, as equipas foram apresentando as suas ideias, progressivamente testadas e trabalhadas com mentores da LBC e com mentores internos de cada área de negócio, para maior alinhamento estratégico. Ao longo deste percurso, foram desenvolvidas competências colaborativas entre as áreas, que se juntavam fora das sessões formais para aprimorar as suas ideias de negócio. Foi ainda distribuída uma caixa de inovação, com as ferramentas necessárias à criatividade inovadora dos grupos, e incentivada a descoberta, quer individual, quer grupal, com recurso a técnicas diversas. Todos os conteúdos produzidos, galeria de fotos e vídeos produzidos no âmbito do projeto foram ainda disponibilizados numa ferramenta de e-learning de suporte, para consulta e memória futura de todos os envolvidos.

Impacto nos resultados, ambiente colaborativo e networking interno

Uma das mais-valias do projeto de formação foi incentivar os quadros médios de diferentes áreas a pensar negócio e a pensar cliente de forma focada nas suas necessidades. Outra grande mais-valia do projeto foi a construção gradual de um ambiente mais colaborativo, aberto, com trabalho entre sessões de formação e organização espontânea dos grupos. Estava previsto serem apresentadas 3 ideias ao Conselho de Administração e foram apresentadas 5 para implementação. O resultado final não teria sido possível sem o empenho e compromisso dos 75 participantes envolvidos.

Plano de negócios a três anos para entidade gestora da rede de mobilidade elétrica

mobie projeto

A mobilidade elétrica é um importante contributo para a mobilidade sustentável e para o aumento da eficiência energética no transporte. Com isto em mente, a Mobi.E tem-se destacado como entidade fulcral neste mercado com a sua rede de carregamento inteligente, criada em 2009, única no Mundo, e que permite o carregamento de veículos elétricos em Portugal.

A Mobi.E, S.A., com a sua atividade centrada principalmente na criação das fundações da rede, tem tido o seu modelo de negócio regulamentar a funcionar numa forma transitória. Com o começo da fase plena de mercado do setor da mobilidade elétrica, a Mobi.E transferiu gradualmente muitas das competências que vinha exercendo e que, regulamentarmente, são atribuídas a outros agentes de mercado. Este foi, por isso, o momento em que a entidade teve pela primeira vez capacidade para analisar e definir um modelo de negócio que se quis economicamente viável.

Nesse sentido, foi fundamental para a Mobi.E a elaboração de uma avaliação global dos ativos e da sua atividade, surgindo assim a necessidade de um projeto para a elaboração do seu plano de negócios a três anos.

A LBC, escolhida para apoiar este projeto, detém uma vasta experiência em elaboração de planos de negócio e avaliação económica e financeira, bem como em projetos no setor dos transportes e da mobilidade. A metodologia da LBC, para este caso em concreto, assentou em duas fases principais, sendo a primeira de análise e diagnóstico e a segunda de elaboração do plano de negócios e definição da visão estratégica para o período de 2021-2023.

Foi necessária a caracterização e identificação do valor de cada área de negócio desenvolvida e a desenvolver pela Mobi.E, o mapeamento e caracterização de novos produtos e soluções, a apresentação de uma estratégia de remuneração de cada negócio e as suas viabilidades, bem como os riscos envolvidos e a definição de recursos materiais e humanos necessários para o desenvolvimento da estratégia definida.

A Mobi.E é a entidade responsável pela gestão e monitorização da rede de mobilidade elétrica, relativamente aos fluxos energéticos, de informação e financeiros, necessários ao seu funcionamento e atua como entidade concedente, dos postos de carregamento da rede piloto.

Estudo de operação ferroviária no Eixo Atlântico de Portugal

grupo barraqueiro

A nova realidade digital do setor

A mobilidade está em grande mutação, muito devido à dinâmica disruptiva introduzida pela transformação digital e, também, pela sociedade com equilíbrio de carbono. As soluções e a projeção do valor do negócio do transporte ferroviário não podem ter como base o passado e devem considerar e explorar novas dinâmicas, que poderão ter um impacto significativo na procura, na satisfação e na decisão do cliente para o pagamento de um determinado serviço.

A adaptação às novas condições da economia digital é visivelmente marcada pelo surgimento do conceito Industry 4.0 e, recentemente, Railway 4.0 e Digital Railway. Aplicações móveis, e-ticketing, sinalização e gestão de tráfego e plataformas digitais para manutenção preditiva são as áreas chave da digitalização no setor ferroviário.

Este novo investimento do Grupo no transporte ferroviário de passageiros – que já realiza a travessia ferroviária do Tejo desde 1997 – ganha forma através da B-RAIL. A aposta do Grupo Barraqueiro é um contributo significativo para realizar o espaço ferroviário europeu único, concretizar os objetivos do governo para o transporte ferroviário, reduzir o défice público e promover uma economia mais coesa, competitiva e de carbono zero. Este novo operador de transportes, inserir-se-á na lógica de um futuro de mobilidade sustentável, utilizando e interrelacionando os meios e tecnologias mais adequadas, com um sistema lógico e estruturado, que responda eficazmente a uma série de desafios e oportunidades.

O Estudo sobre a Operação Ferroviária elaborado pela LBC focou-se numa metodologia ágil e interativa e forneceu ao Grupo Barraqueiro a informação necessária para tomar decisões estratégicas, operacionais e financeiras sobre este negócio. Este estudo contemplou:

  • Estudo da Viabilidade e Atratividade do Negócio
  • Análise de Riscos e de Sensibilidade
  • Definição do Modelo de Negócio em termos de oferta diferenciada e competitiva (focada na experiência do cliente e na funcionalidade de transporte), modelo organizacional e operacional, pricing e modelo de receitas, estrutura de custos e alavancagem operacional.
  • Definição do Modelo Financeiro, em termos do investimento, do cash flow operacional e do financiamento do negócio.
  • Plano de Negócios a 3 e a 5 anos.

Ainda, o estudo teve em conta futuros aspetos a ser considerados, como:

  • novas formas de interação com os clientes, capacidade de criação de ofertas personalizadas em tempo real, ofertas de fidelização em bundle de serviços, leilão de preços para
  • maximização de receitas, modelos de negócio em plataforma e em ecossistema, geolocalização de clientes e de serviços, social media, self-service de serviços, entre outros.

Contributo para o setor ferroviário e para o País

Este projeto irá fomentar a coesão e competitividade territoriais, na medida em que se pretende, numa primeira fase, servir cidades de Norte a Sul, no Eixo Atlântico do país, apostando na integração intermodal, garantindo ligações mais rápidas às restantes regiões. A sua estratégia passa também por promover a articulação dos diferentes modos de transporte, oferecendo pacotes exclusivos com a viagem de comboio e viagens em autocarros.

O Grupo Barraqueiro, foi o primeiro operador privado no transporte ferroviário de passageiros em Portugal, operando a travessia ferroviária do Tejo desde 1997, e conta com mais de 100 anos de experiência em transportes de passageiros e mobilidade.

Com ampla experiência no setor ferroviário, onde a LBC teve o seu primeiro projeto, já realizou mais de 40 projetos neste âmbito, entre os mais de 1000 projetos em 12 países. Na ferrovia em particular, detém um vasto portfólio de clientes nacionais como a IP, CP, REFER, REFER Telecom, EMEF, AMT, IMT, MOPTC, OTLIS, METRO, Ferconsult, entre outros.

Inovação incremental vs. inovação radical

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A tecnologia em si só não tem poder de transformação se for implementada isolada de uma estratégia bem guiada. Contrariamente, a tecnologia e os ativos são alavancados por um planeamento aprimorado e verificações regulares de status.

Conhecemos já algumas das vantagens da implementação da Indústria 4.0, como o aumento da eficiência e produtividade, redução de erros, e melhorias de flexibilidade e qualidade.  Para além dos benefícios mencionados, a Indústria 4.0 cria também a possibilidade de exploração de novas áreas de negócio. Dessa oportunidade surge a necessidade de definir o balanço do investimento entre inovação incremental e a inovação radical.

  • A inovação incremental refere-se a alavancar o modelo de negócio existente, procurando melhorias nos produtos existentes através da construção de capacidades e recursos para gerir o presente (objetivos organizacionais de curto prazo e para fazer face à concorrência atual).
  • A inovação radical é mais disruptiva e procura criar novos modelos de negócio, através da inclusão de novas competências técnicas para gerir o futuro (metas estratégicas e vantagem competitiva face a concorrência futura).

Qual é então a direção que deve seguir? Cabe a cada empresa definir a distribuição dos recursos por cada uma destas iniciativas.

Será que deverá ter uma abordagem mais conservadora e apostar mais em inovação incremental? Ou assumir o risco e investir os seus recursos em inovação radical? De modo geral, não há necessidade de alocar todos os recursos numa só abordagem. No final do dia, é melhor encontrar um equilíbrio entre as duas abordagens.

Cultura vs. tecnologia

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A digitalização da indústria está a transformar processos, mas também organizações. A vontade de mudar é fundamental para a agilidade das empresas, que deverão ter abertura para a inovação e a confiança nos dados.

Por outro lado, o conjunto de competências exigidas nas empresas estão também cada vez mais vocacionados para as tecnologias e é extremamente importante a preparação prévia da organização para esta mudança.

É importante para as organizações irem além da tecnologia e centrarem-se nas pessoas e no desenvolvimento de um ambiente que as torne mais despertas para as oportunidades de inovação que façam sentido na organização. A inovação faz-se de pessoas, para as pessoas e por pessoas.

Cada organização deve definir um traço cultural característico e distinto, alinhado com o seu posicionamento estratégico.

Foi assim que, entre outros, a Apple se focou no «Design, design, design», a Google pretendeu ser «A fun place where you make things happen», a Logitech promoveu o «Think like a start-up» e a Amazon tornou a sua cultura numa «Customer obsession».

Cultura vs Tecnologia infografia artigo

COTEC: Uma nova plataforma digital para maior proximidade com os associados

cotec plataforma digital

A COTEC Portugal tinha como objetivo estratégico criar uma maior proximidade e relação com os seus associados através do seu portal Digital. Outro dos seus desafios, era o alargado conjunto de informação que dispunha, de diversas temáticas e distribuída por diferentes canais, como YouTube, Facebook e outros canais digitais. Para que toda essa informação fosse de fácil acesso, existia a necessidade de criar um repositório de informação e uma boa ferramenta de pesquisa.

Toda esta informação necessitava de uma maior monitorização de modo a perceber melhor o comportamento do público-alvo que a consumia. Neste contexto, através de uma análise exploratória aos utilizadores e ao seu anterior portal, a LBC identificou um conjunto de necessidades e temas que criariam um maior envolvimento com a comunidade COTEC. Como resposta ao desafio, a LBC desenvolveu uma área de recursos, integrada no portal, contendo Webinars, cursos online e vídeos com a opção de acesso exclusivo aos associados e a outros membros via área reservada.

Criando, desta forma, uma plataforma de comunidade de associados COTEC, que lhes permitisse estar mais próximos da atividade e com uma melhor experiência de utilização das ferramentas e conteúdos disponíveis.

A otimização digital do novo portal do GEE

gee novo portal

O Portal

O Portal do Gabinete de Estratégias e Estudos (GEE) foi implementado em 2007 e consolidou a sua presença na Internet, sendo considerado como uma referência na divulgação de informação económica de valor acrescentado, com cerca de 1.400.000 de visitas e mais de 500.000 downloads, destacando-se as seguintes áreas:

  • Informação estatística nas áreas da conjuntura, comércio internacional, sectores, regiões, empresas, competitividade, emprego, transporte e comunicações;
  • Artigos de análise económica, ensaios, temas económicos, working papers;
  • Divulgação de um calendário unificado das publicações dos diversos organismos produtores de estatísticas económicas;
  • Divulgação de iniciativas de política económica e selecção de medidas legislativas, com dados desde Janeiro de 2006.

No entanto, por fruto das constantes evoluções tecnológicas, o Portal carecia de algumas atualizações: a navegação era complexa e pouco fluída e a sua interface não estava adaptada para dispositivos móveis – algo essencial nos dias de hoje. E foi neste contexto que a LBC entrou em ação. Ao ter a plena noção desta nova realidade, a LBC dispõem de uma oferta bastante ampla no que toca à transformação digital e, neste caso em concreto, focou os seus objetivos na colmatação das limitações observadas, equipando o Portal de tecnologias mais recentes, com uma interface mais intuituva e inteligente de modo a que se pudesse tirar o maior partido da navegabilidade.

A nova realidade

A evolução tecnológica ocorrida nesta última década, aliada ao aumento de largura de banda nas ligações à Internet, permite a construção de sites graficamente mais apelativos e com uma grande capacida interactiva. Como tal, para a nova plataforma as soluções estabelecidas passaram pela elaboração de uma plataforma mais moderna, mas com uma imagem sóbria e em formato bilingue. Uma das características mais importantes deste “refresh” foi capacitar o Portal para que este se adaptasse a qualquer dispositivo móvel. O crescente número de pessoas que acede à internet a partir  de dispositivos móveis (Telemóvel e Tablet) torna obrigatória a utilização de tecnologia responsive webdesign, de modo a que a plataforma se consiga adaptar aos vários tamanhos de ecrã, para uma melhor legibilidade e navegabilidade. Também a pensar na evolução digital e na proximidade com o público-alvo, a solução proposta permite a capacidade de interação com  as redes sociais para atualização regular de novidades e facilidade de partilhadas diversas páginas da plataforma.

O GEE, agora com este Portal mais intuitivo e no patamar do que se pretende de um bom site hoje em dia, consegirá fazer face e dar uma boa resposta a todos as consultas e pedidos com que é diariamente confrontado.

Programa de Startups para jovens

cabo verde startup


O desafio

A realidade: é cada vez mais fulcral um grande investimento e aposta no que toca a programas de empreendedorismo e inovação, de modo a capacitar os futuros empreendedores das qualidades e capacidades essenciais. O presente desafio foi-nos colocado pela ProEmpresa, uma entidade pública responsável pela promoção do empreendedorismo, empregabilidade e de inovação, pela criação e implementação de programas que promovam o desenvolvimento e competitividade das MPME – micro, pequenas e médias empresas. No âmbito deste projeto, o programa em destaque foi o Start-up Jovem (SUJ), um programa iniciado pelo Governo Cabo Verdiano que visa promover o empreendedorismo através de Start-up, promovendo um projeto promissor ligado ao desenvolvimento de uma ideia inovadora de negócio.

Desenvolvimento de um ecossistema empreendedor

O papel da LBC consistiu em analisar a primeira ronda de candidaturas, identificar áreas de melhoria, projetar todo o processo de candidaturas, propor instrumentos complementares e treinar os stakeholders relevantes que participam desse ecossistema de empreendedorismo, neste caso, os técnicos da ProEmpresa, bancos, consultores locais, incubadoras, entre outros, perfazendo um total de 56 participantes. Para tal, e de modo a obter melhores resultados, a LBC reuniu uma competente equipa de profissionais com experiência na cultura de Inovação de Silicon Valley e com experiência no treino de jovens empreendedores.

Este programa incluiu seis componentes: o primeiro, dedicado às formalidades do programa como as regras, os procedimentos e elegibilidade dos candidatos. Os restantes componentes, estavam voltados para o desenvolvimento de competências pessoais e técnicas relacionadas ao empreendedorismo, tais como: perfil típico de um empreendedor de sucesso, avaliação e inovação estratégica, desenvolvimento de um plano de negócios, avaliação de risco financeiro e competências de coaching e mentoring.

“A formação no seu todo foi muito produtiva em termos de enriquecimento, de mais conhecimentos, foi demonstrada uma nova perspetiva/abordagem dos conteúdos/novas técnicas de análise, etc.”;

“Aconselho a outas pessoas a participar destas ações, sobretudo os módulos referentes a: plano de negócios e inovação em ideias de negócio. Realmente muito bom”.

Estes foram alguns dos muitos testemunhos recolhidos no final deste projecto, que obteve uma avaliação de 5.6 numa escala de 1 a 6, onde 6 é muito bom. A dimensão de avaliação de maior destaque foi a de Formadores, com uma avaliação média de 5.8, numa escala de 1 a 6. Em termos de Temas, o que mais se destacou com a maior avaliação foi o de Técnicas de Coaching e Mentoring.

Podemos dizer assim, que Cabo Verde está, agora, mais perto de ter pessoas e condições mais adequadas para desenvolver um verdadeiro ecossistema empreendedor e inovador.

Política de privacidade

A presente Política de Privacidade descreve como tratamos os seus dados pessoais e como pode exercer os seus direitos enquanto titular de dados pessoais tratados pela LBC.

No âmbito das suas atividades, a LBC é a entidade responsável pela recolha e tratamento de dados pessoais, os quais são processados e armazenados de forma automatizada e não automatizada.

1. Compromisso LBC

A Leadership Business Consulting, Consultoria e Serviços, S. A. “, Matricula e NIPC Único 505 355 108, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto, anteriormente matriculada sob o n.º 11.505, na 2.ª Secção, da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com o capital social de € 240.000,00 (duzentos e quarenta mil euros), sede na Rua Gonçalo Cristóvão, n.º 185, Rés do Chão, 4049-012 Porto e estabelecimento na Rua General Firmino Miguel, Torre 2–3º–3B, 1600-100 Lisboa (doravante LBC), no contexto do seu objeto de negócio, procede ao tratamento de dados pessoais, pretendendo assegurar com rigor, eficácia e segurança a proteção de todos os dados que diariamente recolhe e trata.

Este tratamento de dados é único e está integrado com as suas subsidiárias e os seus programas:

  • Portal da Liderança (www.portaldalideranca.pt)
  • Best Leader Awards (www.bestleaderawards.com)
  • Global Strategic Innovation (www.globalstrategicinnovation.com)

A LBC assume o compromisso de:

  • Proceder ao tratamento dos seus dados pessoais de forma lícita e leal, recolhendo apenas a informação necessária e pertinente à finalidade a que se destina;

  • Permitir-lhe a si, enquanto titular de dados, o acesso e correção das informações que lhe dizem respeito, transmitindo-as em linguagem clara e rigorosamente correspondentes ao conteúdo do registo;

  • Não utilizar os dados recolhidos para finalidade incompatível com a da recolha;

  • Manter os dados exatos e, se necessário, atuais;

  • Assegurar o consentimento do titular dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Garantir o direito de eliminação dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Respeitar o sigilo profissional em relação aos dados tratados;

  • Limitar interconexões de dados pessoais ao mínimo indispensável;

  • Ter implementadas as medidas de proteção e segurança adequadas, que impeçam a consulta, modificação, destruição ou adição dos dados por pessoa não autorizada a fazê-lo

2. O tratamento de dados e o encarregado de proteção de dados

Nos termos do Regulamento Geral de Proteção de Dados (Lei n.º 58/2019 de 8 de agosto), a LBC não tem um Encarregado de Proteção de Dados (ou Data Protection Officer) nomeado. Não obstante, com o objetivo de facilitar o contacto dos titulares de dados pessoais com a LBC ou qualquer das suas subsidiárias, criámos um email para onde poderão ser enviadas todas as mensagens relacionadas com assuntos que se enquadrem no âmbito da nossa política de privacidade e do Regulamento Geral de Proteção de Dados em específico: privacy@lbc-global.com. A LBC dará resposta adequada a todas as questões que nos cheguem no âmbito desta matéria.

Asseguramos, entre outros aspetos, os tratamentos de dados em conformidade com a legislação em vigor, procedendo à verificação do cumprimento desta Política de Privacidade. 

3. Dados Pessoais, titulares de dados pessoais e categorias de dados pessoais

O que são dados pessoais?

Dados pessoais são todas as informações de qualquer natureza, recolhidas em qualquer tipo de suporte, relativas a uma pessoa singular, identificada ou identificável. Considera-se identificável o conjunto de informações que podem levar à identificação de uma determinada pessoa, nomeadamente por referência a um identificador (como por exemplo um número de identificação ou um dado de localização).

De quem recolhemos dados pessoais?

Em face do objeto de negócio da LBC, na sua maioria, são tratados dados de pessoas individuais e coletivas (empresas e associações). Não obstante, para execução das suas atribuições, podem ser recolhidos e tratados dados dos seguintes tipos de pessoas singulares (elenco não exaustivo):

  • Clientes/investidores e respetivos colaboradores
  • Prestadores de serviço e respetivos colaboradores;
  • Colaboradores de qualquer das empresas do universo LBC
  • Candidatos e estagiários;
  • Processos de recrutamento;
  • Potenciais clientes;
  • Candidatos e clientes de programas promovidos pela LBC, como o Global Strategic Innovation e o Best Leader Awards;
  • Participantes em eventos promovidos pela LBC;
  • Subscritores das newsletters desenvolvidas pela LBC, ou por qualquer das suas subsidiárias e programas de desenvolvimento;
  • Visitantes das instalações LBC.

 

Que dados pessoais tratamos e como os recolhemos?

A LBC apenas recolhe dados que se mostrem adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário relativamente às finalidades para os quais são tratados.

A recolha dos seus dados pode ser feita oralmente, por escrito (nomeadamente através de formulários e contratos), bem como através do website LBC. Regra geral, recolhemos diretamente os seus dados, no âmbito de projeto junto de clientes ou de interações comerciais, podendo igualmente ser recolhidos dados pessoais através de fontes públicas (como sites de internet e listas públicas oficiais).

Para execução das diferentes finalidades, poderemos recolher os seguintes tipos de dados pessoais:

  • dados de identificação (como o nome, naturalidade, cartão do cidadão ou data de nascimento)
  • dados de contacto (como o telemóvel, morada ou e-mail);
  • dados de habilitação e situação profissional (como nível de escolaridade e CV)
  • dados relativos a funções ou cargos ocupados
  • dados bancários ou financeiros em caso de transações económicas (como IBAN ou número de identificação fiscal)
  • dados de localização (como endereço de IP)
  • imagens de gravação de eventos ou de videoconferências

Em regra, a LBC não recolhe dados especiais, como dados de saúde ou dados referentes a contraordenações ou ilícitos criminais.

 

4. Fundamentos e Finalidades do Tratamento de Dados Pessoais

Porquê e com que fundamento utilizamos os seus dados pessoais?

Todos os dados recolhidos e tratados pela LBC têm por fundamento uma das seguintes condições de legitimidade

O consentimento: Quando a recolha é precedida do seu consentimento expresso, específico e informado, através de suporte escrito ou via web. Recolhemos o seu consentimento, por exemplo, para finalidades relacionadas com a inscrição nas atividades e iniciativas da LBC e suas subsidiárias, , para a subscrição de newsletters ou para a inscrição em ações promovidas pela LBC.

Para execução de relações profissionais e comerciais, como atividade de projeto e de programas de formação e outros.

A execução de contrato ou diligências pré-contratuais: quando o tratamento é necessário para a execução de um contrato no qual é parte ou para diligências pré-contratuais. 
Esta condição estará preenchida quando tratamos os seus dados para efeitos de gestão de programas e protocolos de financiamento e de cooperação ou de contratos de fornecimento e prestação de serviços.

O cumprimento de obrigações legais: quando o tratamento é necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica. Aqui se inclui, por exemplo, a comunicação de dados junto de organismos públicos (nacionais e comunitários), fiscais ou judiciais.

O interesse público: quando o tratamento é necessário para o exercício de funções de interesse público.

O interesse legítimo: quando o tratamento se mostra necessário para a prossecução de interesses legítimos da entidade responsável pelo tratamento ou de terceiros, sem prejudicar os direitos e as liberdades dos seus clientes e/ou utilizadores. Aqui se incluem todos os tratamentos que resultam de atribuições conferidas por lei, nomeadamente a divulgação comercial junto dos representantes das empresas clientes ou parceiras da LBC ou de qualquer das suas subsidiárias ou ainda o tratamento de dados para melhoria de qualidade de serviço e quando os nossos motivos para a sua utilização devem prevalecer sobre os direitos de proteção de dados.

Quais as finalidades para as quais recolhemos os seus dados?

Os dados pessoais recolhidos pela LBC apenas são processados para fins específicos, explícitos e legítimos. Sempre que sejam recolhidos dados pessoais, os mesmos destinam-se exclusivamente às finalidades expressamente identificadas aquando da recolha. Elencamos aqui as principais finalidades que justificam a recolha de dados pessoais pela LBC

  • Contratualização e gestão de projetos com clientes;
  • Recrutamento;
  • Gestão de eventos, programas e ofertas promovidos pela LBC;
  • Contratualização de contratos de fornecimento e de prestação de serviços;
  • Divulgação de newsletters / publicações;
  • Ofertas e experiências melhoradas;
  • Segurança Física das Instalações e Pessoas.

5. Período de conservação de dados pessoais

A LBC trata e conserva os seus dados apenas durante o período que se mostre necessário à prossecução ou conclusão das finalidades do tratamento a que se destinam, em respeito pelos prazos máximos necessários para cumprir com obrigações contratuais, legais ou regulamentares.

Regra geral, e quando exista um contrato que legitime o tratamento dos seus dados, a LBC irá manter tais dados enquanto se mantiver tal relação contratual. Outras circunstâncias existem, como o cumprimento de obrigações legais ou regulamentares (por exemplo, para efeitos de cumprimento de obrigações fiscais, os dados pessoais relativos a faturação devem ser conservados pelo prazo máximo de dez anos a contar da prática do ato), bem como a pendência de um processo judicial, que podem legitimar que os seus dados sejam conservados por período de tempo superior. Findo o período de conservação, a LBC procederá à eliminação dos referidos dados.

Regularmente, a cada 5 anos, a LBC contactará os titulares dos dados pessoais para renovar o seu consentimento ou, se for essa a sua preferência, excluí-los das nossas bases de dados. Contudo, caso pretenda alterar as suas preferências, poderá fazê-lo em qualquer momento, enviando um email para privacy@lbc-global.com.

6. Direitos dos titulares dos dados

Nos termos da legislação em vigor, a partir do momento em que recolhemos e tratamos os seus dados, existe um conjunto de direitos que, a qualquer momento, poderá exercer junto da LBC.

Quais os seus direitos?

Direito de acesso: direito que lhe permite obter informação relativamente ao tratamento dos seus dados e respetivas características (nomeadamente o tipo de dados, a finalidade do tratamento, a quem podem ser comunicados os seus dados, prazos de conservação e quais os dados que tem de fornecer obrigatória ou facultativamente).

Direito de retificação: direito que lhe permite solicitar a retificação dos seus dados, exigindo que estes sejam exatos e atuais, como por exemplo, quando considere que os mesmos estão incompletos ou desatualizados.

Direito à eliminação dos dados ou “Direito a ser esquecido”: direito que lhe permite solicitar a eliminação dos seus dados, quando considere que não existem fundamentos válidos para a conservação dos dados e desde que não exista outro fundamento válido que legitime tal tratamento (como a execução de um contrato ou o cumprimento de uma obrigação legal ou regulamentar).

Direito à limitação: direito que lhe permite a suspensão do tratamento ou a limitação do tratamento a certas categorias de dados ou finalidades.

Direito à portabilidade: direito através do qual poderá solicitar o envio dos seus dados, em formato digital e de uso corrente, que permita a reutilização de tais dados. Em alternativa, poderá solicitar a transmissão dos seus dados para outra entidade que passe a ser responsável pelo tratamento dos seus dados.

Direito de oposição: direito que lhe permite opor-se a determinadas finalidades e desde que não se verifiquem interesses legítimos que prevaleçam sobre os seus interesses. Um dos exemplos deste direito respeita à oposição a finalidades de comercialização direta (marketing).

Direito de Retirar o Consentimento: direito que lhe permite retirar o seu consentimento, mas que apenas pode ser exercido quando o seu consentimento seja a única condição de legitimidade.

Como pode exercer os seus direitos?

Todos os direitos supra descritos poderão ser exercidos, com as limitações previstas na legislação aplicável, mediante pedido por escrito, a ser remetido através do e-mail privacy@lbc-global.com.

7. Transmissão de dados

Com quem partilhamos os seus dados pessoais?

Atendendo às atribuições da LBC, e dependendo da respetiva finalidade, os seus dados poderão ser partilhados junto de entidades terceiras, nas quais se incluem organismos públicos nacionais e internacionais e entidades privadas para efeitos de cumprimento de obrigações legais ou regulamentares, contratuais ou funções de interesse público. 
Poderão ainda os seus dados ser acedidos por prestadores de serviços da LBC, tidos como necessários para a execução das finalidades supra descritas, nomeadamente no que respeita a serviços de segurança de informação e de arquivo. A LBC garante que recorre apenas a prestadores de serviços que apresentem as garantias de execução de medidas técnicas e organizativas necessárias e adequadas a proteger os seus dados pessoais.

A LBC não comercializa dados de pessoas singulares ou coletivas.

Transferências de dados pessoais para fora do EEE

Uma vez que opera em diferentes geografias, a LBC poderá, excecionalmente, transferir os seus dados pessoais para países terceiros (fora da EEE – Espaço Económico Europeu).

Nesses casos, a LBC assegurará que as transferências de dados se realizam no estrito cumprimento das normas legais aplicáveis.

8. Política de Cookies

O que são cookies:

Cookies são pequenos ficheiros de texto com informação relevante que é descarregada pelo seu dispositivo de acesso (computador, telemóvel/smartphone ou tablet), através do navegador de internet (browser), quando um site é visitado pelo utilizador, sendo utilizados para armazenar informações sobre as visitas dos utilizadores.

Os cookies, dependendo de quanto tempo o utilizador permanece na página, podem ser classificados como sessão ou cookies permanentes. O primeiro tipo de cookies expira quando o utilizador fecha o browser. O segundo tipo de cookies expira quando o seu objetivo foi concluído ou quando são desligados manualmente.

Os cookies usados pelos sites da LBC não recolhem informações pessoais que permitam identificar o utilizador.

Os cookies utilizados nos nossos sites são:

  • Analíticos – recolhem informação sobre a experiência de navegação dos utilizadores na página web, de forma anónima, embora por vezes também permitam que um utilizador seja identificado, única e inequivocamente para obter informações sobre os interesses do utilizador nos serviços prestados pela página web.
  • De publicidade – ativos de forma persistente mas por período limitado, com o fim de recolher informação do utilizador sobre hábitos de navegação na internet de modo a que a publicidade visualizada por aquele corresponda às suas necessidades e interesses.
  • De terceiros – permitem ao site recordar preferências de navegação, idioma, região e recolhem informação dos utilizadores para direcionar a publicidade para os seus interesses.

Os sites:

utilizam cookies para recolher informação estatística, de modo a analisar o funcionamento do site e a experiência de navegação dos utilizadores, e avaliar a eficácia de campanhas publicitárias e promocionais.

Desativar a utilização dos cookies

Todos os browsers permitem que o utilizador aceite, recuse ou apague os cookies através da seleção das configurações apropriadas no seu browser. Assim, os utilizadores podem desativar a qualquer momento a utilização dos cookies nos sites do universo LBC ao modificar as configurações do browser.

No entanto, é importante destacar que a desativação dos cookies pode impedir que alguns serviços da web funcionem corretamente, afetando, total ou parcialmente, a navegação.

9. Legislação

O tratamento de dados de carácter pessoal dos utilizadores e clientes realizados pela LBC, bem como o envio de comunicações comerciais realizadas por meios eletrónicos estão em conformidade com a legislação nacional e comunitária em vigor, nomeadamente pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados.


A LBC reserva-se o direito de rever e alterar esta política periodicamente. A data da última modificação é indicada no final deste documento. Quaisquer alterações a esta política e à forma como utilizamos os dados pessoais do titular dos dados, implicará a publicação no nosso site de uma versão atualizada.


Última atualização: 08/11/2022