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Cabo Verde é oficialmente membro da Aliança Smart África e passa a liderar o projeto “African Submarine Fiber”

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Cabo Verde irá assumir a liderança do projeto “African Submarine Fiber”, processo levado a cabo pela Direção Geral de Telecomunicações e Economia Digital (DGTED), em representação do Governo de Cabo Verde.

A SMART Africa é um compromisso ousado e inovador, dos Chefes de Estado e dos Governos africanos, com o foco de acelerar o desenvolvimento socioeconómico sustentável no continente, introduzindo África numa economia do conhecimento, por meio de acesso fácil à banda larga e uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Esta aliança é constituída, agora com a Adesão de Cabo Verde, por 28 países e algumas organizações internacionais. Tem como lema “Transformar África num mercado digital único” e como principais objetivos harmonizar políticas legais e processos regulatórios; criar economias de escala para gerar mais procura e condições de mercado mais favoráveis e atrair, em grande escala, investimentos para projetos TIC no continente.

De acordo com o Diretor Geral da DGTED, Eng.º Aruna Handem, Cabo Verde tem feito apostas consistentes e prospetivas para melhorar o desenvolvimento do país, em particular o crescimento do seu setor de TIC. Esses esforços recentes, tem resultado na melhoria da conectividade e na disponibilização de serviços digitais.

A LBC acredita que, com as políticas e as parcerias certas, Cabo Verde pode assumir-se, a curto prazo, como a “Singapura de África”.

A LBC já realizou mais de 50 projetos em Cabo Verde, entre eles a definição da estratégia digital da Sociedade da Informação e da Governação Eletrónica, em 2005, que lançou as bases para a construção do desenvolvimento digital de Cabo Verde. Outros projetos de relevo nesta área foram a definição da estratégia e do modelo de negócio do Parque Tecnológico de Cabo Verde, a introdução das Tecnologias de Informação na Educação e definição de uma estratégia para o desenvolvimento de um setor TIC.

O que leva as empresas a estabelecer parcerias com start-ups?

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A última década testemunhou a criação de divisões de Corporate Venture Capital (CVC) por centenas de empresas. A participação de CVC no ecossistema geral de Venture Capital (VC) tem vindo a crescer e VC já não deve estar associado somente a empresas financeiras. De facto, e de acordo o estudo desenvolvido pelo CB Insights, em 2018 a dimensão média de deals de CVC atingiu um recorde histórico de US $ 26,3 milhões. Aparentemente, o CVC emerge como uma fonte relevante de capital empreendedor.

Mas o tema levanta duas questões: Como é que a natureza do CVC – como um investimento corporativo – difere do modelo tradicional de capital de risco intermediário? e Qual o interesse das empresas estabelecidas em capital de risco?

Primeiramente, é preciso tornar claro o conceito de Corporate Venture Capital (CVC), usualmente definido como um investimento de capital por uma empresa estabelecida numa entrepreneurial venture. De acordo com o artigo Making Sense of Corporate Venture Capital, a definição de CVC exclui investimentos feitos através de um fundo externo administrado por terceiros, bem como investimentos mais gerais de corporate venturing.

A natureza de CVC difere do tradicional modelo de capital de risco, uma vez que a empresa procura maximizar o valor para shareholders, quer em termos de valor financeiro quer em valor estratégico, contrariamente a um foco isolado em retorno financeiro. Ao que parece, a essência do Corporate Venture vai para além do tradicional investimento, uma vez que a mesma envolve a criação de colaborações estruturais, acordos de parceria e um casamento fantástico com ventures do exterior – start-ups e empresas de escala – beneficiando a inovação corporativa interna e gerando um crescimento mútuo.

E já estamos a meio caminho de responder à segunda questão – O que motiva as empresas a investirem em ventures?. Estudos anteriores reportam que CVC pode atuar como um instrumento para identificação de potenciais substitutos às ofertas corporativas existentes, como por exemplo: novos produtos, serviços ou tecnologias. À luz de resultados de pesquisas, as empresas identificaram como objetivos estratégicos de investimento, os seguintes pontos:

  • “adquirir conhecimento das novas tecnologias e novos mercados”;
  • “importar ou aprimorar a inovação dentro de unidades de negócios existentes”; e,
  • “identificar potenciais oportunidades de aquisição“.

“Este é o melhor momento de sempre para as corporações investirem em start-ups em estágio inicial porque o custo de iniciar uma start-up é o menor que já foi visto (…) nós estamos no momento-chave”. Pierre Rogers, Investidor em Venture e fundador da PuroTrader

Cada vez mais, as empresas estão a estabelecer parcerias com start-ups, e 2018 refletiu um grande crescimento no Global Corporate Venture Capital. Os grupos de CVC participaram em $ 52.95B de financiamento através de 2.740 negócios e 264 empresas de CVC investiram pela primeira vez (Maersk Growth, Porsche Ventures, Coinbase Ventures, citando alguns).

Google Ventures (GV) posicionou-se novamente em primeiro lugar como o CVC mais ativo, investindo em mais de 70 empresas. A Salesforce Ventures foi a segunda mais ativa, seguida pela Intel Capital. No que diz respeito aos investidores mais ativos em empresas unicórnio (empresas avaliadas em US $ 1 bilhão+), o top 3 foi ocupado pela CapitalG (Google Capital), GV e Dell Technologies Capital.

Os setores de Internet, mobile e healthcare atraíram investimentos de CVCs em 2018, mostrando um número crescente de acordos e financiamento. Em relação às indústrias emergentes, AI, Cybersecurity e Digital Health foram as tendências de Global Corporate Venture Capital.

Para concluir, gostaríamos de sugerir ao leitor um momento de reflecção sobre a trajetória de crescimento da sua empresa e como as políticas de finanças corporativas e de inovação são percebidas na sua área de atuação.

Don’t miss the bus e conheça o programa Global Strategic Innovation(GSI). Conheça os experts de Silicon Valley, empresas líderes e as start-ups emergentes no ecossistema. Compreenda o impacto da tecnologia disruptiva no desenvolvimento de negócio e sociedade e aprenda como melhorar o seu business model e a capacidade de gestão estratégica.

Uma viagem à aceleração tecnológica de Silicon Valley

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Hoje, em Silicon Valley, estão cientistas e engenheiros altamente qualificados, grandes investidores e universidades de elite. Apesar de difícil de imaginar, até à década de 50, a área de Santa Clara era predominantemente uma zona agrícola, repleta de árvores de fruto. San Jose, onde se situa a famosa “Bay Area”, era a capital da fruta enlatada e a Universidade de Stanford (hoje uma das maiores universidades do mundo e ponto de partida para o que SV se viria a tornar) era apenas mais uma escola de ensino superior.

O termo Silicon Valley surgiu em 1971 por Don Hoefler, jornalista norte-americano, e significa, entre outras coisas, determinação, inteligência e paixão por tecnologia. E este nome não poderia estar mais de acordo, pois foi com a HP, a primeira start up tecnológica da história que, pela mão de dois colegas da Universidade de Stanford nasceu Silicon Valley. A Hewlett-Packard tornou-se num dos grandes pilares do progresso tecnológico da zona e, durante muito tempo, foi a empresa de referência onde todos os engenheiros gostariam de trabalhar.

Desde o início que este “Vale dos Sonhos” foi o berço de grandes empresas e a HP não foi o único nome nascido e criado no Vale. Em 1959, foi inventado aquilo que viria a mudar a vida de toda a população mundial e a indústria eletrónica de Silicon Valley: o primeiro circuito integrado capaz de ser produzido comercialmente, um circuito eletrónico completo dentro de um chip de silício. Com isto nasce a revolução do computador pessoal e a Intel.

Em meados dos anos 90, com a Apple, a Microsoft e a IBM já na corrida, a indústria tecnológica cresce a um ritmo muito acelerado e Silicon Valley tornara-se palco de todos os acontecimentos.

Em meados de 1994, com o lançamento da internet para o público em geral, surgem uma panóplia de novas empresas – preponderantes no mercado da atualidade – como a CiscoYahoo!Amazon eBay. E, novamente, por via de dois colegas da Universidade de Stanford, surge o que veio redefinir a forma como utilizamos a internet hoje em dia – a Google.

À medida que a Internet crescia com a ajuda de grandes investimentos, Silicon Valley era o lugar onde todas as pessoas com novas ideias queriam estar, pois era lá que toda a ação acontecia.

O início do século XXI confirmou o verdadeiro poder da Internet e durante estes últimos 19 anos, reinventaram-se indústrias e criaram-se outras completamente novas. Indústrias essas que iriam mudar as nossas vidas para sempre.

Com o aparecimento das redes sociais, as invenções revolucionárias da Apple e o posicionamento do Android, temos assistido a uma feroz evolução dos smartphones, tablets e computadores pessoais. Até agora, o século XXI veio confirmar aquilo que um local com imenso potencial, espírito inovador e tecnológico e altamente qualificado como Silicon Valley pode alcançar.

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Não restam dúvidas que o Vale comandou o progresso tecnológico do século XX e mostra ambição para o continuar a fazer. O relatório do mais recente estudo da CB Insights, centrado nas zonas do globo onde se registam as maiores atividades tecnológicas, destaca o domínio de Silicon Valley que, desde 2012, viu mais de 12 mil negócios feitos por 7.000 mil empresas. Este polo fez mais negócios na área tecnológica do que todas as metrópoles fora dos Estados Unidos combinadas.

É impossível prever o que o futuro reserva, apenas podemos olhar para o que temos e conhecemos hoje e tentar perceber em que direção as coisas irão evoluir. Ainda assim, sabemos que, inevitavelmente, novas indústrias irão surgir. Neste momento, é possível perceber que o futuro passa pela Inteligência Artificial, Internet das Coisas, carros autónomos e computadores quânticos; e estes são apenas alguns dos tópicos que mostram capacidade para encarar o futuro e vencer. Por outro lado, temos também tecnologias como o Blockchain e as Criptomoedas que deverão continuar a evoluir e que também mostram muito potencial.

Mas mais do que o impacto a nível empresarial, facilmente experienciado/sentido em Silicon Valley, é o empoderamento a nível pessoal e individual que mais se faz sentir, como afirmam os testemunhos dos Alumni do Programa de Imersão de Executivos do Global Strategic Innovation, gerido pela LBC.

Por tudo isto, podemos considerar Silicon Valley como um “estado de espírito” de desafio permanente onde a aspiração e o sonho são o motor de geração de ideias, onde a aceitação do risco e da tentativa e erro são forma de crescer e desenvolver empresas e, acima de tudo, onde a construção de redes de confiança e partilha de conhecimento e vivências são a verdadeira recompensa desta jornada tecnológica.

Disrupção no serviço financeiro

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Tecnologias da quarta revolução industrial – artificial intelligence, machine learning, blockchain, IoT, big data, robotics – estão na base da criação de oportunidades para novos negócios, mercados e inovações. Sendo um produto natural das economias de mercado, a disrupção não deve ser temida, mas percebida como um fator chave de crescimento.

Sim, porque se tradicionalmente a estratégia competitiva de uma empresa centrar-se-ia nas economias de escala e integração vertical, hoje, o foco está em reinventar o negócio e produzir inovação quer através de centros de inovação, quer através da incorporação de inovação externa desenvolvendo camadas de topo fragmentadas.

No campo dos serviços financeiros, a tecnologia de inovação trouxe muitas novidades para a sociedade atual, moldando continuamente o processo das operações monetárias e reduzindo custos. As start-up de Fintech são uma peça fundamental no progresso do sector ao desafiarem as empresas tradicionais a inovarem e a estabelecer colaboração.

O programa GSI desenhado pela LBC visa conectar participantes com as empresas líderes e start-ups do ecossistema de Silicon Valley. O programa de 5 dias é construído numa base de apresentações, exposições de casos de estudo reais, discussões com especialistas, visitas relevantes e momentos de networking.

Conscientes do desafio emergente para a área financeira e no caso de reunirmos um número sustentável de inscrições, a LBC construiu um programa GSI Fintech centrado nas seguintes temáticas:

  • Mapeamento e evolução das Fintechs
  • Oportunidades emergentes para as organizações financeiras instaladas
  • Processo de integração de tecnologias de disrupção e gestão de risco – como blockchain e artificial intelligence
  • Criação de inovação interna e desenvolvimento de parcerias com organizações de Fintech
  • Métodos de implementação e manutenção de uma cultura de inovação

Para além do programam GSI, a LBC tem uma vasta experiência no setor financeiro a nível digital, envolvendo a digitalização de processos no setor bancário, desde o redesenho, simulação, automação e monitoração de processos, usando tecnologias BPM, RA e AI em inúmeros países Europeus e Africanos.

Embraer: Silicon Valley como peça-chave para o futuro

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A aposta da LBC em programas de Imersão e Aceleração em Silicon Valley, através do GSI, tem levado inúmeras empresas a este pequeno (gigante) mundo inovador. A Embraer foi uma das empresas que marcou presença nos três programas realizados pela LBC, em 2016, com o objetivo de inspirar e ampliar o seu portfolio de inovação.

Nesse conjunto de programas, a equipa de inovação da Embraer trabalhou com a LBC num projeto que levou os executivos de topo da companhia brasileira à Bay Area, em São Francisco. Desenvolvidos em conjunto pelo conglomerado fabricante de aeronaves e a LBC, estes programas tiveram como foco principal temas como o envolvimento com o cliente, lean start up e design thinking.

Um ano depois, a terceira maior fabricante de aviões do mundo anunciou que iria estabelecer equipas em Silicon Valley e Boston, para colaborar em pesquisas com start ups, investidores, académicos, entre outros.

A constante aposta na inovação por parte da Embraer não parou por aí quando, em Abril, anunciou uma parceria com a Uber através do Centro de Inovação Empresarial, com foco no estabelecimento de um ecossistema – chamado Rede Uber Elevate – que permitirá a implementação de veículos verticais de decolagem e pouso (VTOLs) para viagens urbanas curtas. O desenvolvimento do VTOL não é apenas uma oportunidade para mudar a mobilidade urbana para melhor, mas também para encontrar novas tecnologias com potencial para melhorar o desempenho e a eficiência numa série de aplicações aeroespaciais.

Sandro Valeri, Diretor de Inovação Estratégica da Embraer, partilhou como o GSI levou a Embraer a inovar, a fazer uma parceria com a UBER e a desenhar a sua estratégia de corporate venture. Veja o testemunho no vídeo abaixo:

O lado lunar dos líderes

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Uma “boa” liderança conjuga eficácia e ética. Em muitos casos, conhecemos a eficácia, que é facilmente mensurável, mas não conhecemos a ética em que está baseada, que é uma parte mais invisível. Esta parte menos visível é importante para fazer uma avaliação final dos líderes. Geralmente não temos acesso ao “lado lunar” dos líderes, às suas partes negativas, conhecidas apenas de um círculo mais restrito e íntimo, ou mesmo escondidas de todos. Temos acesso amplo ao lado público do líder, apoiado pelo marketing da sua imagem, interno ou externo à organização. Contrariamente aos outros elementos de uma organização, o lado lunar dos líderes é um lado escondido, impenetrável na maior parte dos casos. Este facto tem várias implicações sobre a forma como vemos os líderes e a liderança.

1. Não dê cheques em branco a um líder

Primeiro, na maioria dos casos não é possível avaliar verdadeiramente um líder até conhecermos o seu lado lunar. Há líderes de negócio famosos que conseguiram adquirir a sua vantagem competitiva inicial (que depois lhes proporciona vantagens cumulativas continuadas) de forma legítima, outros, de forma ilegítima e sem ética. O resultado e a imagem pública são iguais, mas os líderes são pessoas de diferente valor. Há gestores e políticos que se concentram em proporcionar ganhos de curto prazo, que são mais fáceis de medir, por vezes criando conscientemente custos de longo prazo difíceis de lhes serem associados. Há líderes que são totalmente insuportáveis em termos pessoais, utilizando o poder da sua posição para ficarem incólumes. É o saldo do positivo e do negativo que permite avaliar um líder. Mas na maioria dos casos quem avalia é vítima de uma grande assimetria informativa. Portanto, cuidado com as aparências e com os cheques em branco.

2. Por segurança, prefira líderes orientados por valores internos

Segundo, neste contexto, as pessoas orientadas maioritariamente por valores externos, como “a aceitação e a imagem social” precisam de ter o seu lado lunar mais escrutinado que as pessoas orientadas por valores internos, ou seja, a sua própria consciência. O objetivo primordial de ser socialmente reconhecido pode levar a concessões indesejáveis ao lado lunar, que vão resvalando por ser invisível para terceiros e não ter autocontrolo do próprio. Por outro lado, o objetivo de ser verdadeiro consigo mesmo conduz a um maior controlo do lado lunar pelo próprio, apesar de ser invisível para terceiros. O recrutamento e o continuado apoio de líderes deveria tomar esta dimensão em consideração.

3. Estratégias de desintoxicação de líderes
e de organizações são necessárias

Terceiro, se assumirmos que não há pessoas perfeitas, ou mesmo situações perfeitas, o desenvolvimento da liderança não deve ficar-se pelas qualidades positivas de um líder, mas deve também identificar e trabalhar o seu lado lunar. Os líderes podem ser vistos como aqueles medicamentos que curam ou controlam uma doença, mas que trazem associado algum grau de toxicidade. Alguns medicamentos são muito eficazes, mas são muito tóxicos, outros menos eficazes, mas menos tóxicos. Outros ainda, eficazes e sem toxicidade (raro). Depende da organização, do momento e dos seguidores a adequabilidade do tipo de medicamento/líder. Assim como na medicina se evolui para reduzir ou anular a toxicidade de medicamentos, a toxicidade de um líder não o deve desclassificar automaticamente, mas ser vista como algo que tem de ser trabalhado, reduzido e, se possível, eliminado. Se reconhecermos que o lado lunar da liderança é parte fundamental da avaliação da liderança, um dos caminhos a desenvolver é reforçar a capacidade de desintoxicar líderes e organizações e de transformar toxicidade em oportunidade.

4. A sociedade da informação expõe o lado lunar
e muda a liderança

Quarto, a sociedade da informação, caraterizada pela democratização do acesso à informação, tornará cada vez mais difícil esconder o lado lunar da liderança. Este facto implica a crescente dessacralização da liderança e dos líderes, que serão vistos cada vez menos como o líder super-homem e cada vez mais como pessoas falíveis, autênticas, que não são automaticamente superiores por serem líderes, mas sim pessoas que são também servidoras do grupo, da organização ou da sociedade e que precisam do envolvimento e do apoio dos seguidores para desempenharem o seu papel com vantagens para todos.

Esta abordagem mais realista impõe um estilo de liderança menos de comando e mais de cooptação, e um estilo de seguidores menos infantilizados e mais responsabilizados pelas suas ações e escolhas.

O crescente reconhecimento do lado lunar dos líderes e a crescente incidência de luz sobre este lado escondido da liderança irá desafiar a nossa perceção dos líderes e fazer a liderança evoluir de forma mais madura e com maior responsabilidade para todos – líderes e seguidores?

A otimização digital do novo portal do GEE

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O Portal

O Portal do Gabinete de Estratégias e Estudos (GEE) foi implementado em 2007 e consolidou a sua presença na Internet, sendo considerado como uma referência na divulgação de informação económica de valor acrescentado, com cerca de 1.400.000 de visitas e mais de 500.000 downloads, destacando-se as seguintes áreas:

  • Informação estatística nas áreas da conjuntura, comércio internacional, sectores, regiões, empresas, competitividade, emprego, transporte e comunicações;
  • Artigos de análise económica, ensaios, temas económicos, working papers;
  • Divulgação de um calendário unificado das publicações dos diversos organismos produtores de estatísticas económicas;
  • Divulgação de iniciativas de política económica e selecção de medidas legislativas, com dados desde Janeiro de 2006.

No entanto, por fruto das constantes evoluções tecnológicas, o Portal carecia de algumas atualizações: a navegação era complexa e pouco fluída e a sua interface não estava adaptada para dispositivos móveis – algo essencial nos dias de hoje. E foi neste contexto que a LBC entrou em ação. Ao ter a plena noção desta nova realidade, a LBC dispõem de uma oferta bastante ampla no que toca à transformação digital e, neste caso em concreto, focou os seus objetivos na colmatação das limitações observadas, equipando o Portal de tecnologias mais recentes, com uma interface mais intuituva e inteligente de modo a que se pudesse tirar o maior partido da navegabilidade.

A nova realidade

A evolução tecnológica ocorrida nesta última década, aliada ao aumento de largura de banda nas ligações à Internet, permite a construção de sites graficamente mais apelativos e com uma grande capacida interactiva. Como tal, para a nova plataforma as soluções estabelecidas passaram pela elaboração de uma plataforma mais moderna, mas com uma imagem sóbria e em formato bilingue. Uma das características mais importantes deste “refresh” foi capacitar o Portal para que este se adaptasse a qualquer dispositivo móvel. O crescente número de pessoas que acede à internet a partir  de dispositivos móveis (Telemóvel e Tablet) torna obrigatória a utilização de tecnologia responsive webdesign, de modo a que a plataforma se consiga adaptar aos vários tamanhos de ecrã, para uma melhor legibilidade e navegabilidade. Também a pensar na evolução digital e na proximidade com o público-alvo, a solução proposta permite a capacidade de interação com  as redes sociais para atualização regular de novidades e facilidade de partilhadas diversas páginas da plataforma.

O GEE, agora com este Portal mais intuitivo e no patamar do que se pretende de um bom site hoje em dia, consegirá fazer face e dar uma boa resposta a todos as consultas e pedidos com que é diariamente confrontado.

Modernizar a estrutura de uma entidade Angolana de Turismo

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Definição de objetivos

Na verificação das fontes de receita do turismo foi definido um novo modelo de licenciamento das empresas turísticas (com análise dos modelos existentes em Angola e em Portugal – processo, documentação exigida, preços, modelo de fiscalização e controlo, etc.). Entre outros, a LBC definiu objetivos futuros de receita face ao aumento da oferta turística, por província, e que constituíssem um compromisso da entidade perante a tutela; e identificou, por exemplo, as atividades passíveis de gerar receita para proposta de novas formas de cobrança de taxas.

Quanto à melhoria da eficiência interna, foi obtida através da implantação de uma nova organização, com processos mais rápidos e modernizados, níveis de serviço para a realização de atos solicitados pelos cidadãos e empresas, comunicação a todos os níveis da organização, entre outros. Processos que foram transversalmente acompanhados pela melhoria das condições de atendimento ao público, através de um serviço com mais qualidade e rapidez, e com instalações próprias.

Planeamento e o apetrechamento

Em termos da modernização tecnológica, esta foi conseguida mediante plataformas colaborativas e da automatização de processos.

O projeto, em alinhamento com a visão do Executivo de Angola para o futuro do setor do turismo no país, envolveu ainda o planeamento e o apetrechamento do front office para o arranque de um guichet, bem como a elaboração do regulamento interno (dotando assim a organização dos instrumentos de base para o seu desenvolvimento).

Política de privacidade

A presente Política de Privacidade descreve como tratamos os seus dados pessoais e como pode exercer os seus direitos enquanto titular de dados pessoais tratados pela LBC.

No âmbito das suas atividades, a LBC é a entidade responsável pela recolha e tratamento de dados pessoais, os quais são processados e armazenados de forma automatizada e não automatizada.

1. Compromisso LBC

A Leadership Business Consulting, Consultoria e Serviços, S. A. “, Matricula e NIPC Único 505 355 108, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto, anteriormente matriculada sob o n.º 11.505, na 2.ª Secção, da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com o capital social de € 240.000,00 (duzentos e quarenta mil euros), sede na Rua Gonçalo Cristóvão, n.º 185, Rés do Chão, 4049-012 Porto e estabelecimento na Rua General Firmino Miguel, Torre 2–3º–3B, 1600-100 Lisboa (doravante LBC), no contexto do seu objeto de negócio, procede ao tratamento de dados pessoais, pretendendo assegurar com rigor, eficácia e segurança a proteção de todos os dados que diariamente recolhe e trata.

Este tratamento de dados é único e está integrado com as suas subsidiárias e os seus programas:

  • Portal da Liderança (www.portaldalideranca.pt)
  • Best Leader Awards (www.bestleaderawards.com)
  • Global Strategic Innovation (www.globalstrategicinnovation.com)

A LBC assume o compromisso de:

  • Proceder ao tratamento dos seus dados pessoais de forma lícita e leal, recolhendo apenas a informação necessária e pertinente à finalidade a que se destina;

  • Permitir-lhe a si, enquanto titular de dados, o acesso e correção das informações que lhe dizem respeito, transmitindo-as em linguagem clara e rigorosamente correspondentes ao conteúdo do registo;

  • Não utilizar os dados recolhidos para finalidade incompatível com a da recolha;

  • Manter os dados exatos e, se necessário, atuais;

  • Assegurar o consentimento do titular dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Garantir o direito de eliminação dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Respeitar o sigilo profissional em relação aos dados tratados;

  • Limitar interconexões de dados pessoais ao mínimo indispensável;

  • Ter implementadas as medidas de proteção e segurança adequadas, que impeçam a consulta, modificação, destruição ou adição dos dados por pessoa não autorizada a fazê-lo

2. O tratamento de dados e o encarregado de proteção de dados

Nos termos do Regulamento Geral de Proteção de Dados (Lei n.º 58/2019 de 8 de agosto), a LBC não tem um Encarregado de Proteção de Dados (ou Data Protection Officer) nomeado. Não obstante, com o objetivo de facilitar o contacto dos titulares de dados pessoais com a LBC ou qualquer das suas subsidiárias, criámos um email para onde poderão ser enviadas todas as mensagens relacionadas com assuntos que se enquadrem no âmbito da nossa política de privacidade e do Regulamento Geral de Proteção de Dados em específico: privacy@lbc-global.com. A LBC dará resposta adequada a todas as questões que nos cheguem no âmbito desta matéria.

Asseguramos, entre outros aspetos, os tratamentos de dados em conformidade com a legislação em vigor, procedendo à verificação do cumprimento desta Política de Privacidade. 

3. Dados Pessoais, titulares de dados pessoais e categorias de dados pessoais

O que são dados pessoais?

Dados pessoais são todas as informações de qualquer natureza, recolhidas em qualquer tipo de suporte, relativas a uma pessoa singular, identificada ou identificável. Considera-se identificável o conjunto de informações que podem levar à identificação de uma determinada pessoa, nomeadamente por referência a um identificador (como por exemplo um número de identificação ou um dado de localização).

De quem recolhemos dados pessoais?

Em face do objeto de negócio da LBC, na sua maioria, são tratados dados de pessoas individuais e coletivas (empresas e associações). Não obstante, para execução das suas atribuições, podem ser recolhidos e tratados dados dos seguintes tipos de pessoas singulares (elenco não exaustivo):

  • Clientes/investidores e respetivos colaboradores
  • Prestadores de serviço e respetivos colaboradores;
  • Colaboradores de qualquer das empresas do universo LBC
  • Candidatos e estagiários;
  • Processos de recrutamento;
  • Potenciais clientes;
  • Candidatos e clientes de programas promovidos pela LBC, como o Global Strategic Innovation e o Best Leader Awards;
  • Participantes em eventos promovidos pela LBC;
  • Subscritores das newsletters desenvolvidas pela LBC, ou por qualquer das suas subsidiárias e programas de desenvolvimento;
  • Visitantes das instalações LBC.

 

Que dados pessoais tratamos e como os recolhemos?

A LBC apenas recolhe dados que se mostrem adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário relativamente às finalidades para os quais são tratados.

A recolha dos seus dados pode ser feita oralmente, por escrito (nomeadamente através de formulários e contratos), bem como através do website LBC. Regra geral, recolhemos diretamente os seus dados, no âmbito de projeto junto de clientes ou de interações comerciais, podendo igualmente ser recolhidos dados pessoais através de fontes públicas (como sites de internet e listas públicas oficiais).

Para execução das diferentes finalidades, poderemos recolher os seguintes tipos de dados pessoais:

  • dados de identificação (como o nome, naturalidade, cartão do cidadão ou data de nascimento)
  • dados de contacto (como o telemóvel, morada ou e-mail);
  • dados de habilitação e situação profissional (como nível de escolaridade e CV)
  • dados relativos a funções ou cargos ocupados
  • dados bancários ou financeiros em caso de transações económicas (como IBAN ou número de identificação fiscal)
  • dados de localização (como endereço de IP)
  • imagens de gravação de eventos ou de videoconferências

Em regra, a LBC não recolhe dados especiais, como dados de saúde ou dados referentes a contraordenações ou ilícitos criminais.

 

4. Fundamentos e Finalidades do Tratamento de Dados Pessoais

Porquê e com que fundamento utilizamos os seus dados pessoais?

Todos os dados recolhidos e tratados pela LBC têm por fundamento uma das seguintes condições de legitimidade

O consentimento: Quando a recolha é precedida do seu consentimento expresso, específico e informado, através de suporte escrito ou via web. Recolhemos o seu consentimento, por exemplo, para finalidades relacionadas com a inscrição nas atividades e iniciativas da LBC e suas subsidiárias, , para a subscrição de newsletters ou para a inscrição em ações promovidas pela LBC.

Para execução de relações profissionais e comerciais, como atividade de projeto e de programas de formação e outros.

A execução de contrato ou diligências pré-contratuais: quando o tratamento é necessário para a execução de um contrato no qual é parte ou para diligências pré-contratuais. 
Esta condição estará preenchida quando tratamos os seus dados para efeitos de gestão de programas e protocolos de financiamento e de cooperação ou de contratos de fornecimento e prestação de serviços.

O cumprimento de obrigações legais: quando o tratamento é necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica. Aqui se inclui, por exemplo, a comunicação de dados junto de organismos públicos (nacionais e comunitários), fiscais ou judiciais.

O interesse público: quando o tratamento é necessário para o exercício de funções de interesse público.

O interesse legítimo: quando o tratamento se mostra necessário para a prossecução de interesses legítimos da entidade responsável pelo tratamento ou de terceiros, sem prejudicar os direitos e as liberdades dos seus clientes e/ou utilizadores. Aqui se incluem todos os tratamentos que resultam de atribuições conferidas por lei, nomeadamente a divulgação comercial junto dos representantes das empresas clientes ou parceiras da LBC ou de qualquer das suas subsidiárias ou ainda o tratamento de dados para melhoria de qualidade de serviço e quando os nossos motivos para a sua utilização devem prevalecer sobre os direitos de proteção de dados.

Quais as finalidades para as quais recolhemos os seus dados?

Os dados pessoais recolhidos pela LBC apenas são processados para fins específicos, explícitos e legítimos. Sempre que sejam recolhidos dados pessoais, os mesmos destinam-se exclusivamente às finalidades expressamente identificadas aquando da recolha. Elencamos aqui as principais finalidades que justificam a recolha de dados pessoais pela LBC

  • Contratualização e gestão de projetos com clientes;
  • Recrutamento;
  • Gestão de eventos, programas e ofertas promovidos pela LBC;
  • Contratualização de contratos de fornecimento e de prestação de serviços;
  • Divulgação de newsletters / publicações;
  • Ofertas e experiências melhoradas;
  • Segurança Física das Instalações e Pessoas.

5. Período de conservação de dados pessoais

A LBC trata e conserva os seus dados apenas durante o período que se mostre necessário à prossecução ou conclusão das finalidades do tratamento a que se destinam, em respeito pelos prazos máximos necessários para cumprir com obrigações contratuais, legais ou regulamentares.

Regra geral, e quando exista um contrato que legitime o tratamento dos seus dados, a LBC irá manter tais dados enquanto se mantiver tal relação contratual. Outras circunstâncias existem, como o cumprimento de obrigações legais ou regulamentares (por exemplo, para efeitos de cumprimento de obrigações fiscais, os dados pessoais relativos a faturação devem ser conservados pelo prazo máximo de dez anos a contar da prática do ato), bem como a pendência de um processo judicial, que podem legitimar que os seus dados sejam conservados por período de tempo superior. Findo o período de conservação, a LBC procederá à eliminação dos referidos dados.

Regularmente, a cada 5 anos, a LBC contactará os titulares dos dados pessoais para renovar o seu consentimento ou, se for essa a sua preferência, excluí-los das nossas bases de dados. Contudo, caso pretenda alterar as suas preferências, poderá fazê-lo em qualquer momento, enviando um email para privacy@lbc-global.com.

6. Direitos dos titulares dos dados

Nos termos da legislação em vigor, a partir do momento em que recolhemos e tratamos os seus dados, existe um conjunto de direitos que, a qualquer momento, poderá exercer junto da LBC.

Quais os seus direitos?

Direito de acesso: direito que lhe permite obter informação relativamente ao tratamento dos seus dados e respetivas características (nomeadamente o tipo de dados, a finalidade do tratamento, a quem podem ser comunicados os seus dados, prazos de conservação e quais os dados que tem de fornecer obrigatória ou facultativamente).

Direito de retificação: direito que lhe permite solicitar a retificação dos seus dados, exigindo que estes sejam exatos e atuais, como por exemplo, quando considere que os mesmos estão incompletos ou desatualizados.

Direito à eliminação dos dados ou “Direito a ser esquecido”: direito que lhe permite solicitar a eliminação dos seus dados, quando considere que não existem fundamentos válidos para a conservação dos dados e desde que não exista outro fundamento válido que legitime tal tratamento (como a execução de um contrato ou o cumprimento de uma obrigação legal ou regulamentar).

Direito à limitação: direito que lhe permite a suspensão do tratamento ou a limitação do tratamento a certas categorias de dados ou finalidades.

Direito à portabilidade: direito através do qual poderá solicitar o envio dos seus dados, em formato digital e de uso corrente, que permita a reutilização de tais dados. Em alternativa, poderá solicitar a transmissão dos seus dados para outra entidade que passe a ser responsável pelo tratamento dos seus dados.

Direito de oposição: direito que lhe permite opor-se a determinadas finalidades e desde que não se verifiquem interesses legítimos que prevaleçam sobre os seus interesses. Um dos exemplos deste direito respeita à oposição a finalidades de comercialização direta (marketing).

Direito de Retirar o Consentimento: direito que lhe permite retirar o seu consentimento, mas que apenas pode ser exercido quando o seu consentimento seja a única condição de legitimidade.

Como pode exercer os seus direitos?

Todos os direitos supra descritos poderão ser exercidos, com as limitações previstas na legislação aplicável, mediante pedido por escrito, a ser remetido através do e-mail privacy@lbc-global.com.

7. Transmissão de dados

Com quem partilhamos os seus dados pessoais?

Atendendo às atribuições da LBC, e dependendo da respetiva finalidade, os seus dados poderão ser partilhados junto de entidades terceiras, nas quais se incluem organismos públicos nacionais e internacionais e entidades privadas para efeitos de cumprimento de obrigações legais ou regulamentares, contratuais ou funções de interesse público. 
Poderão ainda os seus dados ser acedidos por prestadores de serviços da LBC, tidos como necessários para a execução das finalidades supra descritas, nomeadamente no que respeita a serviços de segurança de informação e de arquivo. A LBC garante que recorre apenas a prestadores de serviços que apresentem as garantias de execução de medidas técnicas e organizativas necessárias e adequadas a proteger os seus dados pessoais.

A LBC não comercializa dados de pessoas singulares ou coletivas.

Transferências de dados pessoais para fora do EEE

Uma vez que opera em diferentes geografias, a LBC poderá, excecionalmente, transferir os seus dados pessoais para países terceiros (fora da EEE – Espaço Económico Europeu).

Nesses casos, a LBC assegurará que as transferências de dados se realizam no estrito cumprimento das normas legais aplicáveis.

8. Política de Cookies

O que são cookies:

Cookies são pequenos ficheiros de texto com informação relevante que é descarregada pelo seu dispositivo de acesso (computador, telemóvel/smartphone ou tablet), através do navegador de internet (browser), quando um site é visitado pelo utilizador, sendo utilizados para armazenar informações sobre as visitas dos utilizadores.

Os cookies, dependendo de quanto tempo o utilizador permanece na página, podem ser classificados como sessão ou cookies permanentes. O primeiro tipo de cookies expira quando o utilizador fecha o browser. O segundo tipo de cookies expira quando o seu objetivo foi concluído ou quando são desligados manualmente.

Os cookies usados pelos sites da LBC não recolhem informações pessoais que permitam identificar o utilizador.

Os cookies utilizados nos nossos sites são:

  • Analíticos – recolhem informação sobre a experiência de navegação dos utilizadores na página web, de forma anónima, embora por vezes também permitam que um utilizador seja identificado, única e inequivocamente para obter informações sobre os interesses do utilizador nos serviços prestados pela página web.
  • De publicidade – ativos de forma persistente mas por período limitado, com o fim de recolher informação do utilizador sobre hábitos de navegação na internet de modo a que a publicidade visualizada por aquele corresponda às suas necessidades e interesses.
  • De terceiros – permitem ao site recordar preferências de navegação, idioma, região e recolhem informação dos utilizadores para direcionar a publicidade para os seus interesses.

Os sites:

utilizam cookies para recolher informação estatística, de modo a analisar o funcionamento do site e a experiência de navegação dos utilizadores, e avaliar a eficácia de campanhas publicitárias e promocionais.

Desativar a utilização dos cookies

Todos os browsers permitem que o utilizador aceite, recuse ou apague os cookies através da seleção das configurações apropriadas no seu browser. Assim, os utilizadores podem desativar a qualquer momento a utilização dos cookies nos sites do universo LBC ao modificar as configurações do browser.

No entanto, é importante destacar que a desativação dos cookies pode impedir que alguns serviços da web funcionem corretamente, afetando, total ou parcialmente, a navegação.

9. Legislação

O tratamento de dados de carácter pessoal dos utilizadores e clientes realizados pela LBC, bem como o envio de comunicações comerciais realizadas por meios eletrónicos estão em conformidade com a legislação nacional e comunitária em vigor, nomeadamente pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados.


A LBC reserva-se o direito de rever e alterar esta política periodicamente. A data da última modificação é indicada no final deste documento. Quaisquer alterações a esta política e à forma como utilizamos os dados pessoais do titular dos dados, implicará a publicação no nosso site de uma versão atualizada.


Última atualização: 08/11/2022