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África do Sul “acelera” em Silicon Valley com a LBC

tia acceleration

O presente projeto, envolve o desenho do programa de aceleração, a sua montagem e gestão durante um ano. O conceito desenhado pela LBC foi submetido à gestão do TIA no final de Fevereiro e a sua implementação está espectada para 2020 ou finais de 2019.

O papel estratégico e a motivação

Uma incubadora sul-africana em Silicon Valley pode tornar-se um projecto-chave para TIA, uma vez que aborda todos os seus papéis estratégicos presentes no núcleo do que estabeleceram como a sua missão.

E, se por um lado, este projecto conecta TIA ao principal centro tecnológico do mundo, por outro, promove as ligações entre África do Sul e os países com os ecossistemas inovadores mais avançados, aos avanços e desenvolvimentos tecnológicos mais recentes, melhorando assim a competitividade económica, aumentando a capacidade de exportação e promovendo criação de emprego.

Em suma, podemos considerar seis pontos como foco desta decisão:

  1. Abrir novas oportunidades para empreendedores e inovadores sul-africanos, criando acesso ao mais inovador e empreendedor ecossistema do mundo;
  2. Ajudar as start-ups seleccionadas e promissoras a desenvovler ainda mais os seus negócios, ideias e modelos, facultando acesso a novos conhecimentos e novas fontes de financiamento, assim como de novos parceiros;
  3. Promover a incorporação da inovação na economia sul-africana, aumentando a sua competitividade e potencial de exportação;
  4. Alavancar o papel da TIA em relação à inovação tecnológica e start-ups em África do Sul, reforçando os papéis estratégicos;
  5. Reforçar a marca da TIA, associando-a a uma marca de topo;
  6. Trazer de volta novas ideias e métodos, para a promoção da inovação e empreendedorismo – partilha e prática de conhecimentos.

Com 11 anos de existência completados no passado mês de Novembro, Technology Innovation Agency (TIA) tem um propósito muito claro: ser a agência líder em inovação tecnológica que estimule e apoie a inovação tecnológica para melhorar a qualidade de vida de todos os sul-africanos, a fim de obter benefícios sócio-económicos para Africa do Sul e aumentando, deste modo, a sua competitividade global e oportunidades.

Silicon Valley, o mundo do empreendedorismo

Com mais de 50 anos de história, Silicon Valley é o ecossistema económico mais eficiente do mundo, sendo uma referência a nível mundial no que toca a inovação e empreendedorismo. É o local onde existe capital de risco disponível em maior quantidade e qualidade, em conjunto com uma enorme concentração de ideias e talentos. Neste sentido, segundo TIA, é crucial introduzir África do Sul neste circuito, fortalecendo o seu ecossistema empreendedor e acelerando, assim, a introdução de inovações tecnológicas em África.

Para Senisha Moonsamy, Diretora do TIA encarregue deste projeto, a LBC oferece garantias dada a qualidade do trabalho que tem desenvolvido em projetos na África do Sul, a sua experiência de 10 anos de apoio a start-ups e programas de imersão em Silicon Valley, bem como a vasta rede de parceiros, entidades e peritos com quem a empresa tem trabalhado em Silicon Valley.

A LBC tem experiência em mais de 1000 projetos em 12 mercados, na área da consultoria de gestão e transformação digital, estando presente em San Francisco desde 2008, dedicada ao apoio de start-ups, inovação empresarial e programas de imersão em Silicon Valley.

Programa de Startups para jovens

cabo verde startup


O desafio

A realidade: é cada vez mais fulcral um grande investimento e aposta no que toca a programas de empreendedorismo e inovação, de modo a capacitar os futuros empreendedores das qualidades e capacidades essenciais. O presente desafio foi-nos colocado pela ProEmpresa, uma entidade pública responsável pela promoção do empreendedorismo, empregabilidade e de inovação, pela criação e implementação de programas que promovam o desenvolvimento e competitividade das MPME – micro, pequenas e médias empresas. No âmbito deste projeto, o programa em destaque foi o Start-up Jovem (SUJ), um programa iniciado pelo Governo Cabo Verdiano que visa promover o empreendedorismo através de Start-up, promovendo um projeto promissor ligado ao desenvolvimento de uma ideia inovadora de negócio.

Desenvolvimento de um ecossistema empreendedor

O papel da LBC consistiu em analisar a primeira ronda de candidaturas, identificar áreas de melhoria, projetar todo o processo de candidaturas, propor instrumentos complementares e treinar os stakeholders relevantes que participam desse ecossistema de empreendedorismo, neste caso, os técnicos da ProEmpresa, bancos, consultores locais, incubadoras, entre outros, perfazendo um total de 56 participantes. Para tal, e de modo a obter melhores resultados, a LBC reuniu uma competente equipa de profissionais com experiência na cultura de Inovação de Silicon Valley e com experiência no treino de jovens empreendedores.

Este programa incluiu seis componentes: o primeiro, dedicado às formalidades do programa como as regras, os procedimentos e elegibilidade dos candidatos. Os restantes componentes, estavam voltados para o desenvolvimento de competências pessoais e técnicas relacionadas ao empreendedorismo, tais como: perfil típico de um empreendedor de sucesso, avaliação e inovação estratégica, desenvolvimento de um plano de negócios, avaliação de risco financeiro e competências de coaching e mentoring.

“A formação no seu todo foi muito produtiva em termos de enriquecimento, de mais conhecimentos, foi demonstrada uma nova perspetiva/abordagem dos conteúdos/novas técnicas de análise, etc.”;

“Aconselho a outas pessoas a participar destas ações, sobretudo os módulos referentes a: plano de negócios e inovação em ideias de negócio. Realmente muito bom”.

Estes foram alguns dos muitos testemunhos recolhidos no final deste projecto, que obteve uma avaliação de 5.6 numa escala de 1 a 6, onde 6 é muito bom. A dimensão de avaliação de maior destaque foi a de Formadores, com uma avaliação média de 5.8, numa escala de 1 a 6. Em termos de Temas, o que mais se destacou com a maior avaliação foi o de Técnicas de Coaching e Mentoring.

Podemos dizer assim, que Cabo Verde está, agora, mais perto de ter pessoas e condições mais adequadas para desenvolver um verdadeiro ecossistema empreendedor e inovador.

Contacto direto com os campeões de Silicon Valley

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Aceleração de negócios

O programa premium e de abordagem prática, organizado pela LBC, tem quatro grandes componentes:

  1. Formação em inovação estratégica – sessões interativas com a LBC, peritos e empreendedores em Silicon Valley, bem como com um professor da Universidade de Stanford;
  2. Contacto direto com champions – visitas e interações com empresas líderes como a Google, a Salesforce, a Square, Jabil, Flex, LinkedIn, entre outras, assim como start-ups de referência;
  3. Aceleração de negócios – visitas a incubadoras, sessões de trabalho com empresas em incubação, venture capitalists e business angels;
  4. Networking –  com empreendedores, empresários, investidores, peritos e parceiros de negócio.

Reforçar competências diferenciadoras

Torben Rankine, partner na LBC em São Francisco, explica que o GSI permite “compreender e beber da cultura inovadora e empreendedora de Silicon Valley e debater as principais tendências tecnológicas que estão a transformar a sociedade e os negócios”, como a internet of things (IoT), blockchain, inteligência artificial ou big data.

Carlos Oliveira, CEO da LBC, acrescenta que “o programa de imersão permite reforçar competências distintivas e diferenciadoras na área da inovação estratégica e da liderança, refletir sobre os desafios estratégicos e de inovação das organizações”, enquanto leva a “explorar novas tecnologias, novos negócios e as novas parcerias que estão a emergir com as start-ups de Silicon Valley”. Carlos Oliveira, CEO da LBC, acrescenta que “o programa de imersão permite reforçar competências distintivas e diferenciadoras na área da inovação estratégica e da liderança, refletir sobre os desafios estratégicos e de inovação das organizações”, enquanto leva a “explorar novas tecnologias, novos negócios e as novas parcerias que estão a emergir com as start-ups de Silicon Valley”.

Os anteriores GSI contaram com mais de 80 entidades e peritos de Silicon Valley e acima de 380 participantes do mundo lusófono (65% portugueses). Um terço dos participantes é membro de conselhos de administração. Desde 2010 que a LBC, criadora e organizadora do programa, já apoiou mais de 70 start-ups em Silicon Valley (60 das quais portuguesas).

Relançar a TDT enquanto negócio

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Parceria com peritos em TDT

O “Estudo sobre alargamento adicional da oferta de serviços de programas na televisão digital terrestre” levado a cabo pela LBC contempla uma análise global da TDT em Portugal, na sua vertente social, de potencial de negócio, regulamentar e componente tecnológica. Devido à abrangência do projeto, a LBC reuniu uma equipa para a qual convidou parceiros peritos neste domínio, como a alemã LS Telcom (empresa especialista na área de gestão do espectro), a portuguesa IR Telecom, ou o escritório de advogados anglo-americano DLA Piper (com experiência em telecomunicações).

Análise exaustiva do setor

O projeto concretizado pela LBC teve como principais objetivos a caracterização do momento atravessado por esta plataforma, a análise do valor da TDT para a sociedade portuguesa e a identificação do potencial da TDT/de novos modelos de negócio. Para tal, a LBC procedeu a um exaustivo benchmarking internacional e à consequente comparação com boas práticas na Europa. De referir que Portugal apresenta um desafio particular por comparação com os restantes mercados, relacionado com a forte penetração de soluções de fibra ótica e a venda integrada de soluções de comunicação (televisão, internet e voz). Em território português foram realizadas reuniões com os stakeholders relevantes, desde operadores e produtores de televisão a agentes do mercado publicitário, passando por empresas de telecomunicações, associações do consumidor, retalhistas, entidades públicas, etc. Adicionalmente, de forma a conhecer a realidade dos utilizadores de TDT e dos seus hábitos, foi conduzido um questionário junto dos mesmos, bem como três sessões de focus group (em Almeida, em Braga e em Lisboa).

Capacitação com ferramentas para a decisão

No final do projeto, a LBC equacionou vários modelos de negócio, desenvolvendo-os em termos da solução tecnológica a adotar e do investimento a realizar. Com esta análise, a LBC forneceu à ANACOM – tendo por base o conhecimento adquirido do contexto português, mas também através da identificação das lições aprendidas e das melhores práticas detetadas noutros países europeus – a projeção de um conjunto de modelos futuros para o desenvolvimento da TDT em Portugal. Este projeto conferiu à ANACOM um documento com uma visão aprofundada e abrangente que serve de suporte à decisão nas vertentes de tecnologia, de investimento e de negócio/prestação de um serviço de qualidade, entregando em simultâneo uma ferramenta prática e objetiva para que a entidade possa atuar de imediato.
A LBC “forneceu a informação e as ferramentas no sentido de os decisores públicos tomarem a melhor opção para a TDT em Portugal, tendo em mente que as resoluções que daí emergirem terão um impacto capital nesta plataforma e no meio audiovisual do país, tanto no curto como no longo prazo”, conclui José Pedro Melo, partner na LBC.

Desafios do setor vitivinícola

desafios setor

Necessidade de reposicionamento

A dependência de incentivos ao investimento e à exploração, o envelhecimento do capital humano e a forte competição dos mercados vizinhos têm criado grandes dificuldades à dinamização da agricultura em Portugal. O Setor vitivinícola não é alheio a este cenário.

Contudo, o potencial que lhe é reconhecido e a estratégia concertada que tem vindo a ser desenvolvida deixa a expectativa de um futuro mais promissor que o presente. Resta saber onde os agentes do setor são capazes de chegar.

O Setor vitivinícola já foi uma referência nacional e internacional com tradição e know-how acumulados ao longo de vários anos. Mas, a limitada capacidade de organização dos agentes do setor na resposta aos desafios colocados pela economia global resultou na perda de competitividade.

O Setor vitivinícola português necessita de se reposicionar no mercado mundial, sobretudo no que respeita à modernização das condições produtivas, aumento da massa crítica na comercialização e no reforço do branding das marcas nacionais. Só assim será possível revitalizar um setor de enorme potencial, cujos produtos conseguem ser competitivos além-fronteiras.

Serão sobretudo as estruturas cooperativas que deverão repensar a sua participação ao longo da cadeia de valor do produto, devido ao peso que têm no mercado – 50% face a agentes engarrafadores e quintas. Por este motivo, terão de apostar na valorização de estratégias conjuntas de atuação em detrimento dos interesses individuais de cada Adega, o que potencia a criação de valor para todo o setor.

De facto, a reduzida dimensão dos agentes nacionais, o limitado investimento na comercialização em mercados externos e o reduzido investimento em branding e desenvolvimento das marcas são apontados como os principais entraves ao aumento das quotas de exportação do Setor vitivinícola nacional.

Em resultado destes fatores, os vinhos nacionais têm apresentado, no mercado internacional, um posicionamento em segmentos de reduzido valor e com um fator de competitividade baseado essencialmente no preço, o que limita a sua expansão e rentabilidade.

Os pontos fortes de Portugal, como a qualidade dos seus produtos e a variedade e qualidade da sua matéria-prima, não têm sido aproveitados para conferir vantagens competitivas significativas face a países concorrentes. No início da década de 1990, o potencial do setor foi reconhecido num estudo de Michael Porter, o reconhecido guru da estratégia, em virtude do estudo sobre os clusters industriais em Portugal.

Quase 15 anos depois, este setor perdeu competitividade, apesar dos esforços desenvolvidos com a introdução de melhorias em termos vitícolas, produtivos e comerciais. Este cenário, comum aos tradicionais produtores europeus, deriva das condições de mercado que mostram tendência para a estagnação do consumo, após um período de acentuada redução em meados dos anos 80-90. Por outro lado, acresce o rápido crescimento do peso relativo dos novos países produtores (Chile, Argentina, África do Sul, Austrália e EUA) em virtude da sua elevada agressividade comercial e qualidade do produto.

Estratégia de relançamento

A inversão da tendência negativa do Setor vitivinícola passa pela congregação de esforços entre os diferentes agentes em torno da definição e implementação de uma estratégia convergente. Um processo que tem vindo a ser liderado pela ViniPortugal, cujo objeto é também a promoção dos vinhos nacionais nos mercados externos e interno.

Plano de 10 pontos para melhorar a competitividade do cluster:

  1. Melhorar a qualidade da uva através do aumento da dimensão de parcerias/definição de preços com base na qualidade;
  2. Melhorar dimensão e capitalização das empresas através da consolidação e do investimento;
  3. Introduzir gestão profissional e certificação ao abrigo das normas ISO em todo o cluster;
  4. Definir como alvo e manter como categoria-país na GB e EUA;
  5. Analisar preferências de consumidores na GB e EUA e refletir essa informação no produto e na embalagem;
  6. Utilizar estudos do consumidor/viticultura para desenvolver 3 a 5 tipos principais de vinhos portugueses;
  7. Desenvolver e expandir a categoria super premium (€ 7-12);
  8. Proteger as marcas portuguesas (DOC, castas, etc.) através da erradicação de vinhos de qualidade reduzida;
  9. Criar marca “Portugal Regional” e um conselho promotor de vinhos de qualidade para facilitar e compensar a inovação;
  10. Investir na colaboração entre áreas-chave do cluster: impulsionar a inovação através de iniciativas conjuntas entre o setor do vinho e a área de investigação/mundo académico.

Esta estratégia nacional foi definida em 2003 num novo Relatório Porter, realizado pela Monitor Group, que define um plano de 10 medidas para melhorar a competitividade do cluster materializada em 7 campanhas de implementação, que incluem mais de 50 ações no seu conjunto.

Este estudo propõe-se servir de referência, definindo um modelo de atuação para o setor, havendo ações de cariz nacional e cujos principais intervenientes são os decisores políticos, e outras para implementação a nível individual, pelos agentes do setor.

Mais recentemente, durante o ano de 2004, para aprofundar o conhecimento dos agentes nacionais dos mercados alvo definidos (Grã-Bretanha e EUA) foram apresentados estudos específicos para a comercialização de vinhos nestes países por forma a que os nossos produtores possam adequar melhor os seus produtos a estes mercados.

Papel do modelo cooperativo

A implementação da estratégia definida no Relatório Porter só é possível se existir capacidade de desencadear e aceitar a mudança. As Adegas Cooperativas desempenham um papel fundamental no sucesso da estratégia definida.

Contudo, o atual modelo de negócio das Cooperativas tem revelado algumas ineficiências tornando-o pouco competitivo e que se caracteriza pela:

  • Rigidez imposta pelo estatuto cooperativo;
  • Limitada participação dos associados nos destinos das cooperativas;
  • Regime de recolha da uva dos associados (seleção qualitativa);
  • Reduzida profissionalização da gestão;
  • Falta de capacidade de resposta a estímulos do mercado.

Para enfrentar os desafios futuros, as cooperativas devem atuar concertadamente em várias áreas do atual modelo de negócio e repensar a sua participação ao longo da cadeia de valor do produto.

Num estudo realizado pela Fenadegas (Federação Nacional das Adegas Cooperativas de Portugal) concluiu-se que a maioria das cooperativas mostra disposição para a associação em diversas atividades da cadeia de valor.

Apesar disso, continua a existir uma clara falta de oportunidade de integração no setor de produção vinícola. Até aqui, não foi possível dinamizar uma atuação concertada, apesar dos agentes reconhecerem a sua necessidade.

A LBC tem vindo a apoiar diversos agentes do setor, especialmente no subsetor cooperativo, em projetos de definição e operacionalização de estratégias de desenvolvimento de negócio, incidindo na definição de ações conjuntas que permitam racionalização de recursos e aproveitamento de sinergias.

Estas oportunidades conjuntas podem resultar em importantes reduções dos custos produtivos e aumento da capacidade de promoção e comercialização, que permitem angariar massa crítica para abordar novos mercados, aumentar a rentabilidade do negócio e, consequentemente, a melhor remuneração aos viticultores. Estes projetos têm vindo a ser realizados tanto a nível local (incluindo, por exemplo, Adegas do mesmo Concelho) ou a nível regional, através da definição de uma estratégia conjunta para uma região vitivinícola.

Um olhar positivo sobre a mudança

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Resistências a vencer

Esta visão é, em si própria, uma visão de mudança na área da economia social. Como em qualquer processo de mudança há resistências a vencer e vontades a conquistar. O coaching positivo foi uma ajuda preciosa neste sentido.

Atualmente, as organizações podem, ou não, ter o lucro como objetivo, mas todas, sem exceção, desenvolvem a sua missão num mundo cada vez mais complexo, globalizado, interdependente e com uma envolvente económica marcada pela competição pelos recursos disponíveis.

Por isso, independentemente do objetivo último, a sua gestão tem de ser orientada por critérios de racionalidade e rigor, numa busca permanente pela eficiência, e pela prestação do melhor serviço ao cliente.

Neste contexto, as organizações que desenvolvem a sua atividade no domínio da chamada Economia Social não podem deixar de buscar essa racionalidade e eficiência na sua gestão quotidiana, sob pena de não conseguirem cumprir a sua missão por incapacidade de garantir a sua sustentabilidade em contextos de financiamento mais adversos.

Reorientação estratégica

O CRPG tem estado atento à sua envolvente económica, às oportunidades que daí advêm e à necessidade de garantir uma posição competitiva e, sempre que possível, de inovação no mercado da economia social.

Paralelamente à preocupação social, tem existido no CRPG uma preocupação estratégica com a gestão eficiente das operações, a capacitação organizacional e a valorização dos recursos humanos.

Assim, e num contexto de novas exigências colocadas pelas mudanças institucionais que se têm vindo a operar no setor da Economia Social, o CRPG iniciou em 2004 um processo de reorientação estratégica. Este processo, que ganhou um novo impulso no final do ano de 2006, incluiu a implementação de um novo modelo de negócio, uma nova estrutura organizacional e a adoção de novas metodologias de trabalho.

Um dos maiores desafios identificados, neste contexto de mudança, prendia-se com a aparente dificuldade sentida pela equipa diretiva para se articular e assumir o devido papel de gestão de todo o processo. As fragilidades verificadas a nível da liderança da organização começavam a refletir-se nos restantes grupos organizacionais.

Desta forma, as normais dificuldades sentidas em qualquer processo de mudança, avolumaram-se e começaram a ter efeitos tóxicos na motivação dos colaboradores e, de forma mais generalizada, nos indicadores organizacionais. Estava em causa não só a implementação eficaz do processo de reorganização, como a própria estabilidade organizacional.

Foi neste contexto que o CRPG procurou junto da LBC um parceiro que pudesse trazer novas formas de abordar e vencer este desafio. Em resposta a LBC desenhou e implementou com o CRPG um programa de coaching positivo de apoio à mudança.

Capital psicológico

Uma das últimas e mais valorizadas abordagens na área do desenvolvimento pessoal, e organizacional, tem por base o conceito de Capital Psicológico Positivo. Trata-se de desenvolver as capacidades e forças psicológicas positivas – como o otimismo, a autoconfiança, a esperança e a resiliência – com o objetivo de incrementar o desempenho no trabalho.

Este programa intervinha diretamente no desenvolvimento dos líderes da organização, e as suas competências. Seria através deles, via efeito “cascata”, que se conseguiriam as mudanças comportamentais e culturais necessárias a uma implementação sustentada da mudança.

Para além do desenvolvimento das competências de liderança direta e normalmente associadas a um processo de mudança, o programa proposto potenciava o desenvolvimento das capacidades psicológicas positivas de cada um – autoconfiança, autoenergização, esperança, e resiliência – capacidades fundamentais para que estes líderes se mantenham como “motores” de uma implementação de sucesso.

O objetivo era não só promover o desenvolvimento de uma liderança mais mobilizadora como induzir na equipa uma maior consciência das dificuldades sentidas no processo de mudança em curso, contribuindo para o potenciar das suas capacidades de autoanálise e, sobretudo, autocrítica.

Em termos operacionais o Programa de Coaching Positivo assentou no desenvolvimento “à medida” de um Programa de Formação em Liderança para a equipa de gestão, realizado em formato outdoor, e complementado por sessões individuais de “coaching”.

Realizou-se, ainda, um evento de 1 dia para toda a organização, o designado “Dia Positivo”. Pretendia-se desta forma assegurar o alinhamento global da organização com a estratégia e objetivos da mudança em curso.

Uma atitude mais positiva face à mudança

A implementação deste Programa resultou no reforço de uma liderança mais efetiva e transformadora por parte dos gestores da organização, capaz de mudar os comportamentos necessários para ultrapassar as adversidades criadas junto dos colaboradores.

Segundo Jerónimo Sousa, Diretor do CRPG, “o trabalho realizado por nós, percecionado como bem-sucedido, é obviamente fruto do trabalho conjunto com a equipa da LBC que teve um papel decisivo no percurso realizado, desde o momento da inquietação sentida que justificou a contratação, até ao atual olhar positivo para o futuro, onde toda a organização tem consciência das dificuldades vividas, das insuficiências experimentadas no processo de mudança”. O responsável salienta ainda que “A adesão ao processo de reestruturação, fomento da coesão e adoção de um olhar / clima de confiança para o futuro, foram os principais impactos alcançados”. Por seu lado, Maria Mendes, Gestora do Centro, destaca a “flexibilidade, adaptabilidade, conhecimento e simpatia” da equipa da LBC.

Desenvolvimento económico local baseado no talento

base talento

Desafio do desenvolvimento económico local

À medida que os mercados se tornam mais globais e mais impactados pelas novas tecnologias, as transformações económicas tornam-se mais profundas e rápidas, não respeitando fronteiras nacionais, regionais ou locais. Prevê-se que no futuro a produção económica se desloque geograficamente entre países, regiões e locais específicos de forma bem mais rápida e abrupta do que no passado. A globalização económica, a crescente devolução de poderes do nível central para o nível local, as preocupações com o emprego a nível local face à competição de economias emergentes, a crescente mobilidade do capital e sua preferência pelos mercados financeiros em desfavor do investimento produtivo de base local, colocam novos desafios ao poder local e obrigam-no a olhar para o desenvolvimento económico de uma forma rigorosa, criteriosa e sistematizada.

Estratégias de desenvolvimento económico

O desenvolvimento económico local refere-se ao processo através do qual autoridades locais, organizações e empresas com interesses locais, estimulam e desenvolvem a atividade económica, a inovação e o emprego a nível local no âmbito de uma competitividade territorial cada vez mais exacerbada.

Longe vão os tempos em que as principais formas de competir territorialmente e de atrair investimento e de promover o desenvolvimento económico local se baseavam em instrumentos estáticos, como subsídios ao investimento e disponibilização de infraestrutura física (como parques de escritórios e industriais, regras especiais de urbanismo, entre outros). Estes elementos continuam a ser importantes, mas a atração do investimento e a promoção do desenvolvimento económico sustentável através desta via é insuficiente.

Aliás, em muitos casos resultam numa soma zero para as autarquias concorrentes, em que cada uma vai oferendo cada vez mais benefícios aos potenciais investidores do que as autarquias concorrentes até se anularem em termos diferenciadores e de cada uma reduzir o ganho final para um valor marginal.

A estratégia mais adequada é baseada na construção de elementos diferenciadores e únicos, baseados nas vantagens competitivas distintivas de cada local. A estratégia deverá, assim, emergir de um processo estruturado e criterioso que resulte de uma combinação de instrumentos. Destacam-se estratégias predominantemente urbanas (zonas especiais, parques de escritórios e industriais, edifícios, simplificação de procedimentos urbanos, shopsteading, melhoramento da habitação, landbanking, etc.), predominantemente empresariais (one-stop-centres, bancos de desenvolvimento, empresas de financiamento local, sistemas de marketing em grupo, promoção de microempresas, investigação e desenvolvimento), predominantemente económicas (agências de desenvolvimento económico, cooperativas locais, etc.), predominantemente tecnológicas (indução de base tecnológica, promoção da infraestrutura soft, etc.) e predominantemente de recursos humanos (encontro de oferta e procura de emprego, manutenção de emprego, programas de formação customizada à atração de investimento, iniciativas de autoemprego, acordos de first source, bancos de competências, etc.).

Força competitiva das estratégias baseadas no talento

Dos vários tipos de instrumentos disponíveis, os referentes ao desenvolvimento dos recursos humanos são os mais eficazes a prazo. Hoje em dia, o talento é o principal fator de competitividade económica e empresarial. O talento é também um recurso escasso. Por isso, muitas das decisões de localização de investimento e de empresas está associado à disponibilidade local de talento a um preço competitivo. Por seu turno, o talento é cada vez mais móvel (consideravelmente mais do que a generalidade da força de trabalho) e é atraído por condições que promovem a qualidade de vida, nomeadamente a amenidade urbana e cultural, bem como a existência de oportunidades de emprego interessantes e inovadoras. Verifica-se assim, que a oferta e a procura de talento funcionam como um ciclo virtuoso, que se reforça e oferece vantagens cumulativas que tendem a perdurar no tempo e não são facilmente copiadas.

Neste contexto, as autarquias devem ter todo o interesse em definir e implementar estratégias ganhadoras baseadas no desenvolvimento dos recursos humanos, em articulação com outros instrumentos complementares.

O caso de Boadilla del Monte

É nesta lógica de desenvolvimento sustentável baseado na oferta de uma boa qualidade de vida urbana, atração simultânea de talentos e de emprego qualificado para esses talentos que a municipalidade de Boadilla Del Monte tem apostado. Tira partido da sua localização privilegiada nos arredores de Madrid, da sua elevada amenidade urbana, e da sua estrutura demográfica jovem (predominância de casais com 30-40 anos e com dois ou três filhos) e bem qualificada (elevado índice de licenciados e pós-graduados).

Boadilla tem em curso um projeto inovador de promoção do conceito “Boadilla Integral: viver e trabalhar em Boadilla”, a cargo da Vereação do Emprego, Comércio e Formação.

Este projeto envolveu, numa primeira fase, a realização de uma Jornada de Emprego, organizada pela LBC,  dedicada a juntar empresas sedeadas em Boadilla e pessoas residentes em Boadilla para unir esforços em matéria de seleção e desenvolvimento profissional.
As empresas participantes tiveram a oportunidade de apresentar as suas estratégias de recrutamento e os diversos candidatos presentes tiveram uma oportunidade única, num ambiente favorável, de apresentar as suas qualificações. A LBC também realizou entrevistas de avaliação de competências aos candidatos presentes e interessados em conhecer o seu perfil, para clarificarem os seus objetivos futuros e ficarem melhor habilitados em processos de seleção futuros.

A segunda fase do projeto envolveu a otimização dos processos de desenvolvimento de emprego local e conciliação de vida pessoal e profissional. Para este efeito, foram revistos e otimizados os fluxos, os processos e as ferramentas associadas à Bolsa de Emprego do Município.

Dos cinco recursos-chave para o desenvolvimento económico: matéria-prima; recursos humanos; mercados; gestão; e financiamento – Boadilla tem apostado com sucesso nos recursos humanos e pode servir de exemplo para outros.

Para Mónica Lauda, Manager na LBC, as Jornadas de Emprego constituem uma boa forma de promover um amplo conjunto de objetivos:

  • criação e desenvolvimento de prego local,
  • melhoria da qualidade de vida dos residentes e da produtividade das empresas do município,
  • gestão e retenção de talento para as empresas, e
  • atração de investimento empresarial para o município.

Uma nova realidade tecnológica para o Baixo Alentejo

beja digital

Projetos estruturantes

A promoção de estudos de interesse comum aos municípios e o desenvolvimento e gestão de planos e projetos nos diferentes domínios de intervenção, assumem-se como os princípios orientadores da atividade da associação, tendo sempre em vista o alcance de um desenvolvimento e crescimento global, potenciando-se as mais-valias existentes na região.

Orlando Pereira, gestor do projeto Beja Digital, realça a importância da AMBAAL como “quadro de referência estratégica, em termos regionais, que se consubstanciará na preparação da reflexão estratégica regional já para o próximo período de programação financeira comunitária 2007-2013”.

A iniciativa Beja Digital é uma das vertentes mais inovadoras do trabalho desenvolvido pela AMBAAL. Com o recurso às novas tecnologias, pretende-se melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, reforçar a visibilidade da região, promover a competitividade e o alargamento dos mercados para os agentes económicos e modernizar a administração local.

Foi com o intuito de responder a alguns dos desafios resultantes do Beja Digital, que a AMBAAL levou a cabo a realização de dois projetos estruturantes, desenvolvidos pela LBC que se materializaram na normalização de processos de atendimento ao munícipe e normalização dos respetivos formulários.
Como importante instrumento da modernização dos municípios que se encontram tecnologicamente menos desenvolvidos, os projetos permitem melhorar, normalizar e homogeneizar a qualidade dos serviços prestados pelas Autarquias aos seus Munícipes e agentes económicos sediados no território.

O objetivo consistiu em definir um “referencial de atuação” comum, que pudesse ser adotado por cada Autarquia com o intuito de melhorar a sua prestação de serviço ao Munícipe e o seu desempenho interno, numa ótica de aumento da satisfação dos Munícipes e de otimização de recursos.

Metodologia de normalização de processos

Por se ter entendido fundamental abordar o atendimento ao munícipe numa perspetiva alargada, no projeto de normalização de processos foi adotada uma abordagem global, tendo sido equacionadas três vertentes de análise: caracterização dos modelos de atendimento das Autarquias; avaliação do desenvolvimento dos sites e, análise dos processos de atendimento ao munícipe, como seguidamente de descrevem:

  • A vertente caracterização dos modelos de atendimento teve como propósito identificar e caracterizar (segundo critérios específicos) os modelos de atendimento passíveis de serem adotados pelas 13 Autarquias. Esta análise permitiu efetuar um posicionamento global das Autarquias face aos modelos apresentados;
  • A vertente avaliação do desenvolvimento dos Sites teve como objetivo avaliar a maturidade dos sites apresentados pelas 13 Autarquias, baseada na metodologia utilizada para o cálculo do ranking Gávea (que anualmente efetua uma análise semelhante para as Autarquias a nível nacional);
  • A vertente análise dos processos assentou na análise dos processos segundo duas perspetivas: qualitativa e quantitativa. Assim sendo, esta análise incluiu:
  • avaliação da maturidade tecnológica de cada Autarquia, no que respeita à disponibilidade e funcionamento das aplicações informáticas de suporte aos
    processos, suas potencialidades e níveis de integração;
  • avaliação do desempenho processual das Autarquias, consubstanciado numa ótica de eficácia – traduzida em tempos médios de resposta e de eficiência expressa em número de processos tratados por colaborador;
  • caracterização detalhada de 31 processos por Autarquia, traduzidos nos respetivos fluxogramas atuais e sua descrição, tendo sido realizada uma análise de pontos fortes e aspetos a melhorar para cada processo.

A análise dos processos permitiu posicionar comparativamente cada Autarquia em função da sua performance, nas várias vertentes de análise, o que possibilitou a realização de um benchmark e a identificação de melhores práticas.

Com a realização do projeto de normalização de processos, e após efetuado o diagnóstico da situação atual das 13 Autarquias, foi possível:

  • Estabelecer um referencial normalizado de processos de atendimento ao munícipe, traduzido no redesenho dos respetivos processos, assentes num conjunto de pressupostos de redesenho;
  • Definir um modelo de atendimento de referência, tendo em conta as vantagens e desvantagens subjacentes aos atuais modelos em vigor vs os modelos “tipo” identificados;
  • Identificar um conjunto de orientações de melhoria e de uniformização dos sites, relativas a informação adicional a contemplar e serviços on-line e disponibilizar.

Metodologia de normalização de formulários

O projeto de normalização de formulários foi desenvolvido em paralelo e segundo uma metodologia semelhante ao projeto de normalização de processos, com vista ao alcance de resultados comuns.

Foram identificados e caracterizados os documentos de suporte aos processos, utilizados por cada uma das Autarquias em análise, permitindo obter um posicionamento global, em função da qualidade dos formulários apresentados (expressa em termos de apresentação da informação, funcionalidade dos conteúdos e facilidade de acesso). Após o diagnóstico foi possível:

  • Uniformizar a tipologia dos formulários utilizados, com o objetivo de alcançar uma convergência no que respeita à utilização do mesmo tipo de formulário em cada processo;
  • Uniformizar os conteúdos, de modo a que exista uma normalização dos conteúdos dos formulários utilizados pelas diferentes Autarquias.

Política de privacidade

A presente Política de Privacidade descreve como tratamos os seus dados pessoais e como pode exercer os seus direitos enquanto titular de dados pessoais tratados pela LBC.

No âmbito das suas atividades, a LBC é a entidade responsável pela recolha e tratamento de dados pessoais, os quais são processados e armazenados de forma automatizada e não automatizada.

1. Compromisso LBC

A Leadership Business Consulting, Consultoria e Serviços, S. A. “, Matricula e NIPC Único 505 355 108, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto, anteriormente matriculada sob o n.º 11.505, na 2.ª Secção, da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com o capital social de € 240.000,00 (duzentos e quarenta mil euros), sede na Rua Gonçalo Cristóvão, n.º 185, Rés do Chão, 4049-012 Porto e estabelecimento na Rua General Firmino Miguel, Torre 2–3º–3B, 1600-100 Lisboa (doravante LBC), no contexto do seu objeto de negócio, procede ao tratamento de dados pessoais, pretendendo assegurar com rigor, eficácia e segurança a proteção de todos os dados que diariamente recolhe e trata.

Este tratamento de dados é único e está integrado com as suas subsidiárias e os seus programas:

  • Portal da Liderança (www.portaldalideranca.pt)
  • Best Leader Awards (www.bestleaderawards.com)
  • Global Strategic Innovation (www.globalstrategicinnovation.com)

A LBC assume o compromisso de:

  • Proceder ao tratamento dos seus dados pessoais de forma lícita e leal, recolhendo apenas a informação necessária e pertinente à finalidade a que se destina;

  • Permitir-lhe a si, enquanto titular de dados, o acesso e correção das informações que lhe dizem respeito, transmitindo-as em linguagem clara e rigorosamente correspondentes ao conteúdo do registo;

  • Não utilizar os dados recolhidos para finalidade incompatível com a da recolha;

  • Manter os dados exatos e, se necessário, atuais;

  • Assegurar o consentimento do titular dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Garantir o direito de eliminação dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Respeitar o sigilo profissional em relação aos dados tratados;

  • Limitar interconexões de dados pessoais ao mínimo indispensável;

  • Ter implementadas as medidas de proteção e segurança adequadas, que impeçam a consulta, modificação, destruição ou adição dos dados por pessoa não autorizada a fazê-lo

2. O tratamento de dados e o encarregado de proteção de dados

Nos termos do Regulamento Geral de Proteção de Dados (Lei n.º 58/2019 de 8 de agosto), a LBC não tem um Encarregado de Proteção de Dados (ou Data Protection Officer) nomeado. Não obstante, com o objetivo de facilitar o contacto dos titulares de dados pessoais com a LBC ou qualquer das suas subsidiárias, criámos um email para onde poderão ser enviadas todas as mensagens relacionadas com assuntos que se enquadrem no âmbito da nossa política de privacidade e do Regulamento Geral de Proteção de Dados em específico: privacy@lbc-global.com. A LBC dará resposta adequada a todas as questões que nos cheguem no âmbito desta matéria.

Asseguramos, entre outros aspetos, os tratamentos de dados em conformidade com a legislação em vigor, procedendo à verificação do cumprimento desta Política de Privacidade. 

3. Dados Pessoais, titulares de dados pessoais e categorias de dados pessoais

O que são dados pessoais?

Dados pessoais são todas as informações de qualquer natureza, recolhidas em qualquer tipo de suporte, relativas a uma pessoa singular, identificada ou identificável. Considera-se identificável o conjunto de informações que podem levar à identificação de uma determinada pessoa, nomeadamente por referência a um identificador (como por exemplo um número de identificação ou um dado de localização).

De quem recolhemos dados pessoais?

Em face do objeto de negócio da LBC, na sua maioria, são tratados dados de pessoas individuais e coletivas (empresas e associações). Não obstante, para execução das suas atribuições, podem ser recolhidos e tratados dados dos seguintes tipos de pessoas singulares (elenco não exaustivo):

  • Clientes/investidores e respetivos colaboradores
  • Prestadores de serviço e respetivos colaboradores;
  • Colaboradores de qualquer das empresas do universo LBC
  • Candidatos e estagiários;
  • Processos de recrutamento;
  • Potenciais clientes;
  • Candidatos e clientes de programas promovidos pela LBC, como o Global Strategic Innovation e o Best Leader Awards;
  • Participantes em eventos promovidos pela LBC;
  • Subscritores das newsletters desenvolvidas pela LBC, ou por qualquer das suas subsidiárias e programas de desenvolvimento;
  • Visitantes das instalações LBC.

 

Que dados pessoais tratamos e como os recolhemos?

A LBC apenas recolhe dados que se mostrem adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário relativamente às finalidades para os quais são tratados.

A recolha dos seus dados pode ser feita oralmente, por escrito (nomeadamente através de formulários e contratos), bem como através do website LBC. Regra geral, recolhemos diretamente os seus dados, no âmbito de projeto junto de clientes ou de interações comerciais, podendo igualmente ser recolhidos dados pessoais através de fontes públicas (como sites de internet e listas públicas oficiais).

Para execução das diferentes finalidades, poderemos recolher os seguintes tipos de dados pessoais:

  • dados de identificação (como o nome, naturalidade, cartão do cidadão ou data de nascimento)
  • dados de contacto (como o telemóvel, morada ou e-mail);
  • dados de habilitação e situação profissional (como nível de escolaridade e CV)
  • dados relativos a funções ou cargos ocupados
  • dados bancários ou financeiros em caso de transações económicas (como IBAN ou número de identificação fiscal)
  • dados de localização (como endereço de IP)
  • imagens de gravação de eventos ou de videoconferências

Em regra, a LBC não recolhe dados especiais, como dados de saúde ou dados referentes a contraordenações ou ilícitos criminais.

 

4. Fundamentos e Finalidades do Tratamento de Dados Pessoais

Porquê e com que fundamento utilizamos os seus dados pessoais?

Todos os dados recolhidos e tratados pela LBC têm por fundamento uma das seguintes condições de legitimidade

O consentimento: Quando a recolha é precedida do seu consentimento expresso, específico e informado, através de suporte escrito ou via web. Recolhemos o seu consentimento, por exemplo, para finalidades relacionadas com a inscrição nas atividades e iniciativas da LBC e suas subsidiárias, , para a subscrição de newsletters ou para a inscrição em ações promovidas pela LBC.

Para execução de relações profissionais e comerciais, como atividade de projeto e de programas de formação e outros.

A execução de contrato ou diligências pré-contratuais: quando o tratamento é necessário para a execução de um contrato no qual é parte ou para diligências pré-contratuais. 
Esta condição estará preenchida quando tratamos os seus dados para efeitos de gestão de programas e protocolos de financiamento e de cooperação ou de contratos de fornecimento e prestação de serviços.

O cumprimento de obrigações legais: quando o tratamento é necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica. Aqui se inclui, por exemplo, a comunicação de dados junto de organismos públicos (nacionais e comunitários), fiscais ou judiciais.

O interesse público: quando o tratamento é necessário para o exercício de funções de interesse público.

O interesse legítimo: quando o tratamento se mostra necessário para a prossecução de interesses legítimos da entidade responsável pelo tratamento ou de terceiros, sem prejudicar os direitos e as liberdades dos seus clientes e/ou utilizadores. Aqui se incluem todos os tratamentos que resultam de atribuições conferidas por lei, nomeadamente a divulgação comercial junto dos representantes das empresas clientes ou parceiras da LBC ou de qualquer das suas subsidiárias ou ainda o tratamento de dados para melhoria de qualidade de serviço e quando os nossos motivos para a sua utilização devem prevalecer sobre os direitos de proteção de dados.

Quais as finalidades para as quais recolhemos os seus dados?

Os dados pessoais recolhidos pela LBC apenas são processados para fins específicos, explícitos e legítimos. Sempre que sejam recolhidos dados pessoais, os mesmos destinam-se exclusivamente às finalidades expressamente identificadas aquando da recolha. Elencamos aqui as principais finalidades que justificam a recolha de dados pessoais pela LBC

  • Contratualização e gestão de projetos com clientes;
  • Recrutamento;
  • Gestão de eventos, programas e ofertas promovidos pela LBC;
  • Contratualização de contratos de fornecimento e de prestação de serviços;
  • Divulgação de newsletters / publicações;
  • Ofertas e experiências melhoradas;
  • Segurança Física das Instalações e Pessoas.

5. Período de conservação de dados pessoais

A LBC trata e conserva os seus dados apenas durante o período que se mostre necessário à prossecução ou conclusão das finalidades do tratamento a que se destinam, em respeito pelos prazos máximos necessários para cumprir com obrigações contratuais, legais ou regulamentares.

Regra geral, e quando exista um contrato que legitime o tratamento dos seus dados, a LBC irá manter tais dados enquanto se mantiver tal relação contratual. Outras circunstâncias existem, como o cumprimento de obrigações legais ou regulamentares (por exemplo, para efeitos de cumprimento de obrigações fiscais, os dados pessoais relativos a faturação devem ser conservados pelo prazo máximo de dez anos a contar da prática do ato), bem como a pendência de um processo judicial, que podem legitimar que os seus dados sejam conservados por período de tempo superior. Findo o período de conservação, a LBC procederá à eliminação dos referidos dados.

Regularmente, a cada 5 anos, a LBC contactará os titulares dos dados pessoais para renovar o seu consentimento ou, se for essa a sua preferência, excluí-los das nossas bases de dados. Contudo, caso pretenda alterar as suas preferências, poderá fazê-lo em qualquer momento, enviando um email para privacy@lbc-global.com.

6. Direitos dos titulares dos dados

Nos termos da legislação em vigor, a partir do momento em que recolhemos e tratamos os seus dados, existe um conjunto de direitos que, a qualquer momento, poderá exercer junto da LBC.

Quais os seus direitos?

Direito de acesso: direito que lhe permite obter informação relativamente ao tratamento dos seus dados e respetivas características (nomeadamente o tipo de dados, a finalidade do tratamento, a quem podem ser comunicados os seus dados, prazos de conservação e quais os dados que tem de fornecer obrigatória ou facultativamente).

Direito de retificação: direito que lhe permite solicitar a retificação dos seus dados, exigindo que estes sejam exatos e atuais, como por exemplo, quando considere que os mesmos estão incompletos ou desatualizados.

Direito à eliminação dos dados ou “Direito a ser esquecido”: direito que lhe permite solicitar a eliminação dos seus dados, quando considere que não existem fundamentos válidos para a conservação dos dados e desde que não exista outro fundamento válido que legitime tal tratamento (como a execução de um contrato ou o cumprimento de uma obrigação legal ou regulamentar).

Direito à limitação: direito que lhe permite a suspensão do tratamento ou a limitação do tratamento a certas categorias de dados ou finalidades.

Direito à portabilidade: direito através do qual poderá solicitar o envio dos seus dados, em formato digital e de uso corrente, que permita a reutilização de tais dados. Em alternativa, poderá solicitar a transmissão dos seus dados para outra entidade que passe a ser responsável pelo tratamento dos seus dados.

Direito de oposição: direito que lhe permite opor-se a determinadas finalidades e desde que não se verifiquem interesses legítimos que prevaleçam sobre os seus interesses. Um dos exemplos deste direito respeita à oposição a finalidades de comercialização direta (marketing).

Direito de Retirar o Consentimento: direito que lhe permite retirar o seu consentimento, mas que apenas pode ser exercido quando o seu consentimento seja a única condição de legitimidade.

Como pode exercer os seus direitos?

Todos os direitos supra descritos poderão ser exercidos, com as limitações previstas na legislação aplicável, mediante pedido por escrito, a ser remetido através do e-mail privacy@lbc-global.com.

7. Transmissão de dados

Com quem partilhamos os seus dados pessoais?

Atendendo às atribuições da LBC, e dependendo da respetiva finalidade, os seus dados poderão ser partilhados junto de entidades terceiras, nas quais se incluem organismos públicos nacionais e internacionais e entidades privadas para efeitos de cumprimento de obrigações legais ou regulamentares, contratuais ou funções de interesse público. 
Poderão ainda os seus dados ser acedidos por prestadores de serviços da LBC, tidos como necessários para a execução das finalidades supra descritas, nomeadamente no que respeita a serviços de segurança de informação e de arquivo. A LBC garante que recorre apenas a prestadores de serviços que apresentem as garantias de execução de medidas técnicas e organizativas necessárias e adequadas a proteger os seus dados pessoais.

A LBC não comercializa dados de pessoas singulares ou coletivas.

Transferências de dados pessoais para fora do EEE

Uma vez que opera em diferentes geografias, a LBC poderá, excecionalmente, transferir os seus dados pessoais para países terceiros (fora da EEE – Espaço Económico Europeu).

Nesses casos, a LBC assegurará que as transferências de dados se realizam no estrito cumprimento das normas legais aplicáveis.

8. Política de Cookies

O que são cookies:

Cookies são pequenos ficheiros de texto com informação relevante que é descarregada pelo seu dispositivo de acesso (computador, telemóvel/smartphone ou tablet), através do navegador de internet (browser), quando um site é visitado pelo utilizador, sendo utilizados para armazenar informações sobre as visitas dos utilizadores.

Os cookies, dependendo de quanto tempo o utilizador permanece na página, podem ser classificados como sessão ou cookies permanentes. O primeiro tipo de cookies expira quando o utilizador fecha o browser. O segundo tipo de cookies expira quando o seu objetivo foi concluído ou quando são desligados manualmente.

Os cookies usados pelos sites da LBC não recolhem informações pessoais que permitam identificar o utilizador.

Os cookies utilizados nos nossos sites são:

  • Analíticos – recolhem informação sobre a experiência de navegação dos utilizadores na página web, de forma anónima, embora por vezes também permitam que um utilizador seja identificado, única e inequivocamente para obter informações sobre os interesses do utilizador nos serviços prestados pela página web.
  • De publicidade – ativos de forma persistente mas por período limitado, com o fim de recolher informação do utilizador sobre hábitos de navegação na internet de modo a que a publicidade visualizada por aquele corresponda às suas necessidades e interesses.
  • De terceiros – permitem ao site recordar preferências de navegação, idioma, região e recolhem informação dos utilizadores para direcionar a publicidade para os seus interesses.

Os sites:

utilizam cookies para recolher informação estatística, de modo a analisar o funcionamento do site e a experiência de navegação dos utilizadores, e avaliar a eficácia de campanhas publicitárias e promocionais.

Desativar a utilização dos cookies

Todos os browsers permitem que o utilizador aceite, recuse ou apague os cookies através da seleção das configurações apropriadas no seu browser. Assim, os utilizadores podem desativar a qualquer momento a utilização dos cookies nos sites do universo LBC ao modificar as configurações do browser.

No entanto, é importante destacar que a desativação dos cookies pode impedir que alguns serviços da web funcionem corretamente, afetando, total ou parcialmente, a navegação.

9. Legislação

O tratamento de dados de carácter pessoal dos utilizadores e clientes realizados pela LBC, bem como o envio de comunicações comerciais realizadas por meios eletrónicos estão em conformidade com a legislação nacional e comunitária em vigor, nomeadamente pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados.


A LBC reserva-se o direito de rever e alterar esta política periodicamente. A data da última modificação é indicada no final deste documento. Quaisquer alterações a esta política e à forma como utilizamos os dados pessoais do titular dos dados, implicará a publicação no nosso site de uma versão atualizada.


Última atualização: 08/11/2022