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Artigo

Liderança na era da IA

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Da tomada de decisões às organizações aumentadas. Do comando para o contexto.

A Inteligência Artificial é um desafio de liderança

A aprendizagem derivada dos programas de imersão em Silicon Valley, e da prática nas empresas, leva-nos a concluir que as  empresas que vencerão na era da inteligência artificial (IA) não serão aquelas com os algoritmos mais avançados, mas aquelas com o alinhamento de liderança mais forte e a capacidade de transformar a IA numa realidade operacional quotidiana.

Na era da inteligência artificial a liderança já não consiste em ter todas as respostas. Consiste em construir organizações que aprendem e produzem valor empresarial com IA mais rapidamente do que a concorrência.

O maior equívoco que um executivo pode ter é achar que a IA é um desafio técnico. Não é. É um desafio de liderança.

1. O cerne da liderança na era da IA

O cerne da liderança na era da IA é a gestão das interfaces entre a inteligência humana e a inteligência artificial e dos limites de ambas.

O papel central dos líderes empresariais já não é simplesmente definir a estratégia e alocar recursos. Na era da IA, os líderes devem tornar-se arquitetos de organizações aumentadas – empresas onde o julgamento humano e a inteligência artificial se combinam para impulsionar decisões e operações melhores, mais rápidas e mais escaláveis.

Fator 1 | O potencial da IA = à queda de líderes e empresas

Grandes mudanças tecnológicas definiram a ascensão e a queda das empresas. O nascimento da Internet e das tecnologias móveis, há apenas 40 anos, tornou as empresas digitais maiores e nas mais poderosas do mundo. Empresas como a Alphabet, a Amazon, a Apple, a Meta e a Microsoft alcançaram capitalizações de mercado de vários mil milhões de dólares.

Da mesma forma, a IA determinará a ascensão e a queda acelerada de negócios, empresas e líderes a todos os níveis.

No entanto, a velocidade com que a IA se está a desenvolver coloca em questão a capacidade das organizações e o mundo empresarial em particular em se adaptarem em tempo útil. A mudanças no mundo empresarial serão mais profundas que em anteriores transições tecnológicas. O efeito da destruição criativa de Schumpeter será bem mais forte.

Líderes que dominem a IA irão rapidamente substituir líderes que não dominem a IA.

Fator 2 | A IA terá um impacto muito maior do que os líderes de hoje imaginam

A IA irá impactar o mundo mais rapidamente e mais profundamente do que qualquer revolução tecnológica anterior porque:

  1. é a primeira tecnologia que aprende consigo mesma, estando a melhorar a um ritmo exponencial,
  2. acelera outras tecnologias de forma combinatória. Os investimentos feitos pelos principais intervenientes não têm precedentes.

A potência de computação aumentou 214 vezes em 6 anos e o seu custo está a diminuir rapidamente.

O custo da inteligência está a reduzir rapidamente e a democratizar-se.

A IA está na sua infância. O que vamos ter no futuro é muito mais avançado do que testemunhamos agora. À atual vaga da inteligência generativa, que nos surpreende todas as semanas, vai seguir-se a vaga de comercialização alargada de humanóides e de IA física.

O desenvolvimento e aplicação da Inteligência Artificial vai levar a uma reconfiguração da nossa sociedade. Os impactos que irão ocorrer, positivos e negativos, são muito maiores do que os líderes e a sociedade imaginam atualmente.

Quanto maior o impacto, maior a necessidade de liderança.

Fator 3 | O discernimento é o novo recurso escasso

Na era industrial, os recursos escassos eram os ativos físicos e a capacidade de produção. Na era digital, os recursos escassos eram o software, os dados e a velocidade de replicação. Na era da IA, o recurso escasso é o discernimento. A inteligência artificial está a produzir resultados a uma velocidade superior à que a inteligência humana consegue validar por si só. A capacidade de julgamento é escassa.

Assim, a maioria das pessoas que utiliza IA está a tornar-se mais rápida a errar.

A experimentação sem sustentabilidade e a «IA desleixada» estão a proliferar nas empresas.

As pessoas estão a produzir mais a um ritmo mais acelerado, chegando a conclusões que nunca foram bem examinadas. Na maioria dos casos, o ser humano não está a tomar uma decisão, está a ratificar um resultado algorítmico sob pressão de tempo e com informação incompleta. Está a colocar uma assinatura humana sem pensar muito.

Com as aplicações digitais, a variação de desempenho entre utilizadores não era muita. Com as aplicações de inteligência artificial, a variação de desempenho que se deriva de uma mesma aplicação é enorme. Se aplicarmos pensamento banal ou médio a um modelo, teremos pensamento banal ou médio em escala. Se aplicarmos pensamento estruturado e avançado a um modelo teremos pensamento avançado em escala.

2. Líderes empresariais na era da IA: de tomadores de decisão a designers de sistemas

Tradicionalmente, os líderes eram valorizados por tomarem decisões de alta qualidade e por conduzirem as pessoas numa determinada direção.

Na era da IA, o sucesso e o impacto de um
líder dependem da conceção de sistemas que tomem boas decisões de forma consistente.

Os líderes precisam de redesenhar como as decisões são tomadas, quem as toma, que dados as alimentam, combinando a ética e as aspirações humanas com sistemas inteligentes.

Só há valor competitivo disruptivo e sustentável quando os líderes garantem que os fluxos de dados, os ciclos de feedback e os algoritmos estão alinhados com os objetivos de negócio, atualizando o modelo operacional e as funções das pessoas na empresa.

O foco muda de “comando” para “contexto”.

O principal desafio é quem toma as decisões e mantém o controlo.

3. Quatro novas competências de liderança estão a tornar-se fundamentais

i) Literacia em IA (não expertise) e capacidade estratégica

Os líderes não precisam de programar, mas devem compreender o que a IA pode e não pode fazer. Isto inclui a compreensão do potencial estratégico e operacional no seu negócio e dos riscos da IA. A compreensão de conceitos como o viés dos modelos, a qualidade dos dados e os limites da automatização. Sem isto, não podem fazer as perguntas certas – nem contestar as respostas erradas.

ii) Arquitetura de decisão

A questão-chave já não é «Que decisão devo tomar?», mas sim «Como deve esta decisão ser tomada daqui para a frente?» Os líderes devem encorajar decisões baseadas em dados e identificar quais as decisões e operações que podem ser automatizadas, melhoradas ou que devem continuar a ser lideradas por humanos — e redesenhar os processos e as responsabilidades em conformidade. A aplicação de agentes aos quais se atribuem poderes autónomos para aprender, planear, decidir e atuar tornam esta competência ainda mais premente. A capacidade de construir salvaguardas ao comportamento de modelos autónomos poderosos é fundamental.

iii) Orquestração da mudança em escala

A adoção produtiva da IA tem menos a ver com ferramentas e mais com comportamento. A resistência não virá da tecnologia, mas das pessoas. Os líderes devem formar e mobilizar os líderes intermédios para a IA pois são eles que melhor conseguem conciliar compreensão de negócio com implementações operacionais. Promover ativamente a formação e a autoformação em IA, uma cultura aberta à IA e a criação de equipa multidisciplinares.

iv) Governança, ética e transparência

Os riscos da IA aumentam com o seu desenvolvimento e com a sua massificação na sociedade. Adicionalmente, os deep fakes são cada vez mais sofisticados. Os riscos de cibersegurança aumentam, especialmente os ligados a dados pessoais e a distorções de perceções sobre as pessoas. Deste modo, a construção de uma governança adequada dos sistemas com IA é fundamental.

A IA é melhor na velocidade, na escalabilidade, na memória e na predição, mas não tem empatia se esta não for construída no modelo. É necessário que o líder na era da IA seja um protetor e um promotor de valores humanos e éticos, e assegure a empatia necessária às preocupações e aspirações das pessoas.

É cada vez mais difícil discernir o que é produzido pelas pessoas ou por aplicações de inteligência artificial. A transparência é fundamental para gerar confiança e aceitação da produção aumentada.

A inteligência artificial não lidera. As pessoas lideram.

Os líderes devem criar organizações potenciadas, que tenham como objetivo a criação exponencial de valor através do poder da IA, mas nas quais a IA seja um auxiliar e as pessoas mantenham o controlo.

Carlos Valleré Oliveira é fundador e CEO da LBC

Carlos Valleré Oliveira é fundador e CEO da LBC – Intelligent Transformation com mais de 1.200 projetos em 18 países, e coordenador estratégico do programa para executivos GSI AI Frontier, de imersão em Silicon Valley. MBA pela U. Nova de Lisboa, tem cursos de IA pela Berkeley Haas School of Business e pelo Imperial College of London.

A LBC é uma empresa internacional de consultoria estratégica e de transformação digital com experiência em 18 países e um laboratório de inovação em Silicon Valley.

A LBC pode fornecer orientação a executivos desafiados pelo ritmo da rápida transformação e apoiar a implementação da transformação digital. 

Contacte-nos em info@lbc-global.com para obter assistência.

LBC é uma marca registada da Leadership Business Consulting S.A

Dare to be Innovative  
Embrace Transformation  
and Deliver a better world 

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Política de privacidade

A presente Política de Privacidade descreve como tratamos os seus dados pessoais e como pode exercer os seus direitos enquanto titular de dados pessoais tratados pela LBC.

No âmbito das suas atividades, a LBC é a entidade responsável pela recolha e tratamento de dados pessoais, os quais são processados e armazenados de forma automatizada e não automatizada.

1. Compromisso LBC

A Leadership Business Consulting, Consultoria e Serviços, S. A. “, Matricula e NIPC Único 505 355 108, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto, anteriormente matriculada sob o n.º 11.505, na 2.ª Secção, da Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com o capital social de € 240.000,00 (duzentos e quarenta mil euros), sede na Rua Gonçalo Cristóvão, n.º 185, Rés do Chão, 4049-012 Porto e estabelecimento na Rua General Firmino Miguel, Torre 2–3º–3B, 1600-100 Lisboa (doravante LBC), no contexto do seu objeto de negócio, procede ao tratamento de dados pessoais, pretendendo assegurar com rigor, eficácia e segurança a proteção de todos os dados que diariamente recolhe e trata.

Este tratamento de dados é único e está integrado com as suas subsidiárias e os seus programas:

  • Portal da Liderança (www.portaldalideranca.pt)
  • Best Leader Awards (www.bestleaderawards.com)
  • Global Strategic Innovation (www.globalstrategicinnovation.com)

A LBC assume o compromisso de:

  • Proceder ao tratamento dos seus dados pessoais de forma lícita e leal, recolhendo apenas a informação necessária e pertinente à finalidade a que se destina;

  • Permitir-lhe a si, enquanto titular de dados, o acesso e correção das informações que lhe dizem respeito, transmitindo-as em linguagem clara e rigorosamente correspondentes ao conteúdo do registo;

  • Não utilizar os dados recolhidos para finalidade incompatível com a da recolha;

  • Manter os dados exatos e, se necessário, atuais;

  • Assegurar o consentimento do titular dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Garantir o direito de eliminação dos dados nos termos da legislação em vigor;

  • Respeitar o sigilo profissional em relação aos dados tratados;

  • Limitar interconexões de dados pessoais ao mínimo indispensável;

  • Ter implementadas as medidas de proteção e segurança adequadas, que impeçam a consulta, modificação, destruição ou adição dos dados por pessoa não autorizada a fazê-lo

2. O tratamento de dados e o encarregado de proteção de dados

Nos termos do Regulamento Geral de Proteção de Dados (Lei n.º 58/2019 de 8 de agosto), a LBC não tem um Encarregado de Proteção de Dados (ou Data Protection Officer) nomeado. Não obstante, com o objetivo de facilitar o contacto dos titulares de dados pessoais com a LBC ou qualquer das suas subsidiárias, criámos um email para onde poderão ser enviadas todas as mensagens relacionadas com assuntos que se enquadrem no âmbito da nossa política de privacidade e do Regulamento Geral de Proteção de Dados em específico: privacy@lbc-global.com. A LBC dará resposta adequada a todas as questões que nos cheguem no âmbito desta matéria.

Asseguramos, entre outros aspetos, os tratamentos de dados em conformidade com a legislação em vigor, procedendo à verificação do cumprimento desta Política de Privacidade. 

3. Dados Pessoais, titulares de dados pessoais e categorias de dados pessoais

O que são dados pessoais?

Dados pessoais são todas as informações de qualquer natureza, recolhidas em qualquer tipo de suporte, relativas a uma pessoa singular, identificada ou identificável. Considera-se identificável o conjunto de informações que podem levar à identificação de uma determinada pessoa, nomeadamente por referência a um identificador (como por exemplo um número de identificação ou um dado de localização).

De quem recolhemos dados pessoais?

Em face do objeto de negócio da LBC, na sua maioria, são tratados dados de pessoas individuais e coletivas (empresas e associações). Não obstante, para execução das suas atribuições, podem ser recolhidos e tratados dados dos seguintes tipos de pessoas singulares (elenco não exaustivo):

  • Clientes/investidores e respetivos colaboradores
  • Prestadores de serviço e respetivos colaboradores;
  • Colaboradores de qualquer das empresas do universo LBC
  • Candidatos e estagiários;
  • Processos de recrutamento;
  • Potenciais clientes;
  • Candidatos e clientes de programas promovidos pela LBC, como o Global Strategic Innovation e o Best Leader Awards;
  • Participantes em eventos promovidos pela LBC;
  • Subscritores das newsletters desenvolvidas pela LBC, ou por qualquer das suas subsidiárias e programas de desenvolvimento;
  • Visitantes das instalações LBC.

 

Que dados pessoais tratamos e como os recolhemos?

A LBC apenas recolhe dados que se mostrem adequados, pertinentes e limitados ao que é necessário relativamente às finalidades para os quais são tratados.

A recolha dos seus dados pode ser feita oralmente, por escrito (nomeadamente através de formulários e contratos), bem como através do website LBC. Regra geral, recolhemos diretamente os seus dados, no âmbito de projeto junto de clientes ou de interações comerciais, podendo igualmente ser recolhidos dados pessoais através de fontes públicas (como sites de internet e listas públicas oficiais).

Para execução das diferentes finalidades, poderemos recolher os seguintes tipos de dados pessoais:

  • dados de identificação (como o nome, naturalidade, cartão do cidadão ou data de nascimento)
  • dados de contacto (como o telemóvel, morada ou e-mail);
  • dados de habilitação e situação profissional (como nível de escolaridade e CV)
  • dados relativos a funções ou cargos ocupados
  • dados bancários ou financeiros em caso de transações económicas (como IBAN ou número de identificação fiscal)
  • dados de localização (como endereço de IP)
  • imagens de gravação de eventos ou de videoconferências

Em regra, a LBC não recolhe dados especiais, como dados de saúde ou dados referentes a contraordenações ou ilícitos criminais.

 

4. Fundamentos e Finalidades do Tratamento de Dados Pessoais

Porquê e com que fundamento utilizamos os seus dados pessoais?

Todos os dados recolhidos e tratados pela LBC têm por fundamento uma das seguintes condições de legitimidade

O consentimento: Quando a recolha é precedida do seu consentimento expresso, específico e informado, através de suporte escrito ou via web. Recolhemos o seu consentimento, por exemplo, para finalidades relacionadas com a inscrição nas atividades e iniciativas da LBC e suas subsidiárias, , para a subscrição de newsletters ou para a inscrição em ações promovidas pela LBC.

Para execução de relações profissionais e comerciais, como atividade de projeto e de programas de formação e outros.

A execução de contrato ou diligências pré-contratuais: quando o tratamento é necessário para a execução de um contrato no qual é parte ou para diligências pré-contratuais. 
Esta condição estará preenchida quando tratamos os seus dados para efeitos de gestão de programas e protocolos de financiamento e de cooperação ou de contratos de fornecimento e prestação de serviços.

O cumprimento de obrigações legais: quando o tratamento é necessário para o cumprimento de uma obrigação jurídica. Aqui se inclui, por exemplo, a comunicação de dados junto de organismos públicos (nacionais e comunitários), fiscais ou judiciais.

O interesse público: quando o tratamento é necessário para o exercício de funções de interesse público.

O interesse legítimo: quando o tratamento se mostra necessário para a prossecução de interesses legítimos da entidade responsável pelo tratamento ou de terceiros, sem prejudicar os direitos e as liberdades dos seus clientes e/ou utilizadores. Aqui se incluem todos os tratamentos que resultam de atribuições conferidas por lei, nomeadamente a divulgação comercial junto dos representantes das empresas clientes ou parceiras da LBC ou de qualquer das suas subsidiárias ou ainda o tratamento de dados para melhoria de qualidade de serviço e quando os nossos motivos para a sua utilização devem prevalecer sobre os direitos de proteção de dados.

Quais as finalidades para as quais recolhemos os seus dados?

Os dados pessoais recolhidos pela LBC apenas são processados para fins específicos, explícitos e legítimos. Sempre que sejam recolhidos dados pessoais, os mesmos destinam-se exclusivamente às finalidades expressamente identificadas aquando da recolha. Elencamos aqui as principais finalidades que justificam a recolha de dados pessoais pela LBC

  • Contratualização e gestão de projetos com clientes;
  • Recrutamento;
  • Gestão de eventos, programas e ofertas promovidos pela LBC;
  • Contratualização de contratos de fornecimento e de prestação de serviços;
  • Divulgação de newsletters / publicações;
  • Ofertas e experiências melhoradas;
  • Segurança Física das Instalações e Pessoas.

5. Período de conservação de dados pessoais

A LBC trata e conserva os seus dados apenas durante o período que se mostre necessário à prossecução ou conclusão das finalidades do tratamento a que se destinam, em respeito pelos prazos máximos necessários para cumprir com obrigações contratuais, legais ou regulamentares.

Regra geral, e quando exista um contrato que legitime o tratamento dos seus dados, a LBC irá manter tais dados enquanto se mantiver tal relação contratual. Outras circunstâncias existem, como o cumprimento de obrigações legais ou regulamentares (por exemplo, para efeitos de cumprimento de obrigações fiscais, os dados pessoais relativos a faturação devem ser conservados pelo prazo máximo de dez anos a contar da prática do ato), bem como a pendência de um processo judicial, que podem legitimar que os seus dados sejam conservados por período de tempo superior. Findo o período de conservação, a LBC procederá à eliminação dos referidos dados.

Regularmente, a cada 5 anos, a LBC contactará os titulares dos dados pessoais para renovar o seu consentimento ou, se for essa a sua preferência, excluí-los das nossas bases de dados. Contudo, caso pretenda alterar as suas preferências, poderá fazê-lo em qualquer momento, enviando um email para privacy@lbc-global.com.

6. Direitos dos titulares dos dados

Nos termos da legislação em vigor, a partir do momento em que recolhemos e tratamos os seus dados, existe um conjunto de direitos que, a qualquer momento, poderá exercer junto da LBC.

Quais os seus direitos?

Direito de acesso: direito que lhe permite obter informação relativamente ao tratamento dos seus dados e respetivas características (nomeadamente o tipo de dados, a finalidade do tratamento, a quem podem ser comunicados os seus dados, prazos de conservação e quais os dados que tem de fornecer obrigatória ou facultativamente).

Direito de retificação: direito que lhe permite solicitar a retificação dos seus dados, exigindo que estes sejam exatos e atuais, como por exemplo, quando considere que os mesmos estão incompletos ou desatualizados.

Direito à eliminação dos dados ou “Direito a ser esquecido”: direito que lhe permite solicitar a eliminação dos seus dados, quando considere que não existem fundamentos válidos para a conservação dos dados e desde que não exista outro fundamento válido que legitime tal tratamento (como a execução de um contrato ou o cumprimento de uma obrigação legal ou regulamentar).

Direito à limitação: direito que lhe permite a suspensão do tratamento ou a limitação do tratamento a certas categorias de dados ou finalidades.

Direito à portabilidade: direito através do qual poderá solicitar o envio dos seus dados, em formato digital e de uso corrente, que permita a reutilização de tais dados. Em alternativa, poderá solicitar a transmissão dos seus dados para outra entidade que passe a ser responsável pelo tratamento dos seus dados.

Direito de oposição: direito que lhe permite opor-se a determinadas finalidades e desde que não se verifiquem interesses legítimos que prevaleçam sobre os seus interesses. Um dos exemplos deste direito respeita à oposição a finalidades de comercialização direta (marketing).

Direito de Retirar o Consentimento: direito que lhe permite retirar o seu consentimento, mas que apenas pode ser exercido quando o seu consentimento seja a única condição de legitimidade.

Como pode exercer os seus direitos?

Todos os direitos supra descritos poderão ser exercidos, com as limitações previstas na legislação aplicável, mediante pedido por escrito, a ser remetido através do e-mail privacy@lbc-global.com.

7. Transmissão de dados

Com quem partilhamos os seus dados pessoais?

Atendendo às atribuições da LBC, e dependendo da respetiva finalidade, os seus dados poderão ser partilhados junto de entidades terceiras, nas quais se incluem organismos públicos nacionais e internacionais e entidades privadas para efeitos de cumprimento de obrigações legais ou regulamentares, contratuais ou funções de interesse público. 
Poderão ainda os seus dados ser acedidos por prestadores de serviços da LBC, tidos como necessários para a execução das finalidades supra descritas, nomeadamente no que respeita a serviços de segurança de informação e de arquivo. A LBC garante que recorre apenas a prestadores de serviços que apresentem as garantias de execução de medidas técnicas e organizativas necessárias e adequadas a proteger os seus dados pessoais.

A LBC não comercializa dados de pessoas singulares ou coletivas.

Transferências de dados pessoais para fora do EEE

Uma vez que opera em diferentes geografias, a LBC poderá, excecionalmente, transferir os seus dados pessoais para países terceiros (fora da EEE – Espaço Económico Europeu).

Nesses casos, a LBC assegurará que as transferências de dados se realizam no estrito cumprimento das normas legais aplicáveis.

8. Política de Cookies

O que são cookies:

Cookies são pequenos ficheiros de texto com informação relevante que é descarregada pelo seu dispositivo de acesso (computador, telemóvel/smartphone ou tablet), através do navegador de internet (browser), quando um site é visitado pelo utilizador, sendo utilizados para armazenar informações sobre as visitas dos utilizadores.

Os cookies, dependendo de quanto tempo o utilizador permanece na página, podem ser classificados como sessão ou cookies permanentes. O primeiro tipo de cookies expira quando o utilizador fecha o browser. O segundo tipo de cookies expira quando o seu objetivo foi concluído ou quando são desligados manualmente.

Os cookies usados pelos sites da LBC não recolhem informações pessoais que permitam identificar o utilizador.

Os cookies utilizados nos nossos sites são:

  • Analíticos – recolhem informação sobre a experiência de navegação dos utilizadores na página web, de forma anónima, embora por vezes também permitam que um utilizador seja identificado, única e inequivocamente para obter informações sobre os interesses do utilizador nos serviços prestados pela página web.
  • De publicidade – ativos de forma persistente mas por período limitado, com o fim de recolher informação do utilizador sobre hábitos de navegação na internet de modo a que a publicidade visualizada por aquele corresponda às suas necessidades e interesses.
  • De terceiros – permitem ao site recordar preferências de navegação, idioma, região e recolhem informação dos utilizadores para direcionar a publicidade para os seus interesses.

Os sites:

utilizam cookies para recolher informação estatística, de modo a analisar o funcionamento do site e a experiência de navegação dos utilizadores, e avaliar a eficácia de campanhas publicitárias e promocionais.

Desativar a utilização dos cookies

Todos os browsers permitem que o utilizador aceite, recuse ou apague os cookies através da seleção das configurações apropriadas no seu browser. Assim, os utilizadores podem desativar a qualquer momento a utilização dos cookies nos sites do universo LBC ao modificar as configurações do browser.

No entanto, é importante destacar que a desativação dos cookies pode impedir que alguns serviços da web funcionem corretamente, afetando, total ou parcialmente, a navegação.

9. Legislação

O tratamento de dados de carácter pessoal dos utilizadores e clientes realizados pela LBC, bem como o envio de comunicações comerciais realizadas por meios eletrónicos estão em conformidade com a legislação nacional e comunitária em vigor, nomeadamente pelo Regulamento Geral de Proteção de Dados.


A LBC reserva-se o direito de rever e alterar esta política periodicamente. A data da última modificação é indicada no final deste documento. Quaisquer alterações a esta política e à forma como utilizamos os dados pessoais do titular dos dados, implicará a publicação no nosso site de uma versão atualizada.


Última atualização: 08/11/2022