{"id":559,"date":"2017-03-28T10:21:35","date_gmt":"2017-03-28T10:21:35","guid":{"rendered":"https:\/\/lbc.leadershipbt.com\/2017\/03\/28\/o-bloco-economico-mundial-lusofono-como-potenciar\/"},"modified":"2026-10-27T14:59:11","modified_gmt":"2026-10-27T14:59:11","slug":"o-bloco-economico-mundial-lusofono-como-potenciar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lbc-global.com\/pt\/o-bloco-economico-mundial-lusofono-como-potenciar\/","title":{"rendered":"O bloco econ\u00f3mico mundial lus\u00f3fono: como potenciar"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Carlos Oliveira*<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este aproveitamento poder\u00e1 ser feito atrav\u00e9s da pondera\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica de uma vis\u00e3o das din\u00e2micas globais que poder\u00e3o ser dominantes nos pr\u00f3ximos 50 anos, da coopera\u00e7\u00e3o madura e interessada entre os pa\u00edses que falam portugu\u00eas e da consequente a\u00e7\u00e3o articulada, determinada e pragm\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O bloco econ\u00f3mico lus\u00f3fono<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O conjunto de acontecimentos aludidos em cima s\u00e3o sobretudo: a entrada de Portugal na Uni\u00e3o Europeia nos anos 1980 (ent\u00e3o CEE) e a especializa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica em curso; a estabilidade enquanto na\u00e7\u00e3o e o in\u00edcio de uma era de crescimento econ\u00f3mico de Angola, Cabo Verde e Mo\u00e7ambique no final da primeira d\u00e9cada deste s\u00e9culo; a independ\u00eancia de Timor-Leste no in\u00edcio do s\u00e9culo, permitindo o desenvolvimento e alguma relev\u00e2ncia econ\u00f3mica; o processo exemplar de integra\u00e7\u00e3o de Macau na China. Dentro de alguns anos, esperemos que n\u00e3o muitos, pa\u00edses de menor potencial, como S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe e Guin\u00e9-Bissau, poder\u00e3o compor marginalmente este lote. Acresce uma di\u00e1spora crescente de falantes em portugu\u00eas em cargos de gest\u00e3o de grandes empresas internacionais e em organismos multilaterais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O portugu\u00eas \u00e9 a 5.\u00aa l\u00edngua mais falada do globo e a mais falada do hemisf\u00e9rio sul \u2013 o hemisf\u00e9rio do crescimento econ\u00f3mico, demogr\u00e1fico e pol\u00edtico (excluindo a China e a \u00cdndia). H\u00e1 pa\u00edses que falam portugu\u00eas em quase todos os blocos econ\u00f3micos e continentes. O portugu\u00eas \u00e9 a terceira l\u00edngua mais falada no Facebook.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Mundo em mudan\u00e7a abre oportunidades<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos 200 anos temos assistido ao ascender do bloco anglo-sax\u00f3nico, devido a um vasto conjunto de acontecimentos hist\u00f3ricos. No entanto, nos \u00faltimos 25 anos o mundo tornou-se mais multipolar, abrindo espa\u00e7o para a afirma\u00e7\u00e3o de outras culturas e de outros blocos econ\u00f3micos. Por exemplo, apesar de o ingl\u00eas se ter tornado numa esp\u00e9cie de l\u00edngua franca mundial, a evolu\u00e7\u00e3o da China e das economias emergentes est\u00e1 a reequilibrar o forte peso cultural anglo-sax\u00f3nico. Se, por um lado, a l\u00edngua inglesa serviu para homogeneizar linguisticamente o mundo, por outro lado a pr\u00f3pria l\u00edngua inglesa serve de alavanca para a maior transfer\u00eancia e afirma\u00e7\u00e3o de outras culturas e dos seus valores. A evolu\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica e o peso mundial dos pa\u00edses mu\u00e7ulmanos suportados pelo petr\u00f3leo \u00e9 ainda uma inc\u00f3gnita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m nos \u00faltimos 25 anos a forte evolu\u00e7\u00e3o das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o e a emerg\u00eancia da internet t\u00eam alterado as regras econ\u00f3micas atrav\u00e9s do fen\u00f3meno da globaliza\u00e7\u00e3o, tendo criado muito maior fluidez e incerteza na economia, tornando a competitividade econ\u00f3mica mais aberta, menos protegida e mais democr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A crise econ\u00f3mico-financeira em Portugal vai servir para refor\u00e7ar o potencial de um bloco econ\u00f3mico lus\u00f3fono, ao tornar os portugueses mais interessados, pela necessidade, nos outros pa\u00edses lus\u00f3fonos, ao abrir ainda mais a sua economia ao mundo e ao alargar a sua di\u00e1spora, etc.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Como potenciar o bloco econ\u00f3mico lus\u00f3fono?<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 que refletir e ponderar bem sobre o interesse de cada pa\u00eds, e de todos na globalidade, no refor\u00e7o de uma estrat\u00e9gia de bloco econ\u00f3mico, e sobre quais os caminhos a partilhar. Apresentam-se a seguir algumas ideias iniciais e que precisam de ser estudadas e complementadas por uma reflex\u00e3o mais profunda pelos agentes econ\u00f3micos e pol\u00edticos com poder de realizar e implementar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como resultado de uma reflex\u00e3o curta e imediatista, para um simples artigo, apontamos algumas ideias que nos parecem importantes para se projetar um bloco econ\u00f3mico lus\u00f3fono com interesse para cada um dos pa\u00edses que o constituem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Vis\u00e3o futurista.&nbsp;<\/strong>A reflex\u00e3o n\u00e3o deve olhar para o presente, mas sim para din\u00e2micas e tend\u00eancias que ir\u00e3o moldar o mundo nos pr\u00f3ximos 50 anos. Envolve pensamento largo, de cenariza\u00e7\u00e3o, de tend\u00eancias, e de cria\u00e7\u00e3o de novas din\u00e2micas dentro (e fora) do campo de interven\u00e7\u00e3o das possibilidades vis\u00edveis.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Vis\u00e3o centr\u00edfuga.<\/strong>&nbsp;N\u00e3o interessa a este bloco econ\u00f3mico fechar-se sobre si mesmo. Pelo contr\u00e1rio, interessa saber como o todo, um bloco lus\u00f3fono, pode alavancar cada pa\u00eds a ter maior sucesso num mundo integrado economicamente e global. N\u00e3o interessa ao Brasil reduzir as suas prioridades ao mundo lus\u00f3fono. Nem interessa a Portugal. Nem interessa a Angola, a Cabo Verde ou a Mo\u00e7ambique restringir as suas prioridades aos inputs do Brasil e de Portugal. Interessa a todos a economia global, mas usando a alavanca lus\u00f3fona para ir mais longe individualmente.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Qualifica\u00e7\u00e3o do capital humano.<\/strong>&nbsp;Nos pr\u00f3ximos 50 anos a qualidade do capital humano de cada pa\u00eds e de cada bloco cultural e lingu\u00edstico vai ser determinante para a sua competitividade e desenvolvimento econ\u00f3mico-social. Para al\u00e9m do ensino tradicional, o potencial da internet como plataforma de conhecimento e de ensino massificado e especializado vai mudar os paradigmas da aprendizagem e do acesso ao conhecimento nos pr\u00f3ximos 20 anos. Vai ser uma grande revolu\u00e7\u00e3o mundial. Num mundo cada vez mais integrado, vai ser uma corrida competitiva enorme entre todos. Portugal pode apoiar especialmente Angola, Cabo Verde, Mo\u00e7ambique e Timor a darem um salto qu\u00e2ntico e muito acelerado no desenvolvimento do seu capital humano, no ensino tradicional e nos novos modelos de acesso pela internet, ganhando todos economicamente com isso. O Brasil, pela sua vastid\u00e3o, tem de fazer essencialmente uma corrida interna, que beneficiar\u00e1 todo o bloco, mas, pela grande dimens\u00e3o da sua popula\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 determinante para cocriar, coparticipar e viabilizar modelos de conhecimento baseados na internet para todo o mundo lus\u00f3fono.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tecnologias e TIC<span style=\"color: #008080;\">.<\/span>&nbsp;<\/strong>As tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (TIC) introduziram uma l\u00f3gica de economia exponencial no mundo digital que ter\u00e1 um peso crescente na economia mundial. Conseguir efeitos de rede (mundial) ter\u00e1 um impacto determinante no futuro de muitos neg\u00f3cios. Ou o mundo lus\u00f3fono consegue criar efeitos de rede sustent\u00e1veis no mundo digital ou toda esta economia ser\u00e1 capturada pelas economias anglo-sax\u00f3nicas e outras, excluindo todos e cada um dos pa\u00edses lus\u00f3fonos do fillet mignon da economia digital. Mas, para al\u00e9m das TIC, as novas tecnologias em geral, nomeadamente nas energias limpas e renov\u00e1veis, na biotecnologia e na medicina, bem como em setores de crescente relev\u00e2ncia como o aeron\u00e1utico e aeroespacial, ter\u00e3o um peso mais elevado na economia global do futuro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ci\u00eancia e l\u00edngua.&nbsp;<\/strong>A ci\u00eancia que suporta estes desenvolvimentos tecnol\u00f3gicos e a aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica de inova\u00e7\u00f5es na economia produtiva dever\u00e3o ter um peso maior nos or\u00e7amentos e no desempenho dos pa\u00edses lus\u00f3fonos. \u00c9 aqui que um trabalho transversal entre todos os pa\u00edses pode ser da maior mais-valia no presente e nos pr\u00f3ximos 50 anos. A harmoniza\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica que permite a intera\u00e7\u00e3o com o menor atrito poss\u00edvel \u00e9 uma evid\u00eancia de La Palice.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Trocas comerciais e livre circula\u00e7\u00e3o.<\/strong>&nbsp;O bloco lus\u00f3fono e cada um dos seus pa\u00edses individualmente conseguem ganhar maior fulgor econ\u00f3mico se tiverem maior liberdade e menos atrito nas trocas comerciais e na livre circula\u00e7\u00e3o de bens, servi\u00e7os e pessoas, entre si. Acordos preferenciais s\u00e3o necess\u00e1rios nesta \u00e1rea. Bem como a sua boa implementa\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Novo modelo cultural e pol\u00edtico.<\/strong>Este bloco tem de olhar para os pr\u00f3ximos 50 anos com uma mente aberta, criativa e livre de constrangimentos. O etnocentrismo cultural europeu, de que Portugal ainda padece (sem saber at\u00e9), a crescente autossufici\u00eancia brasileira em termos lus\u00f3fonos, algum revanchismo anticolonial dos novos pa\u00edses africanos, s\u00e3o todos elementos para serem controlados cuidadosamente por forma a permitirem uma vis\u00e3o criativa do futuro a 50 anos. Mas, mais do que homogeneizar perspetivas, deve-se valorizar e potenciar a diferen\u00e7a criativa.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Organismos internacionais e a CPLP.<\/strong>&nbsp;A consci\u00eancia de um bloco econ\u00f3mico lus\u00f3fono deve dar lugar a uma atua\u00e7\u00e3o conjunta em organismos internacionais, em termos de realpolitik econ\u00f3mica, de m\u00fatuo apoio para exerc\u00edcio de cargos de lideran\u00e7a em todo o tipo de organismos mundiais e multilaterais (nomeadamente, apoio ao Brasil para membro permanente do Conselho de Seguran\u00e7a). Qual o papel do atual organismo da CPLP no desenvolvimento deste bloco econ\u00f3mico \u00e9 algo que n\u00e3o \u00e9 analisado neste artigo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os pr\u00f3ximos passos<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como podemos avan\u00e7ar? Pensamos que os agentes econ\u00f3micos e os pol\u00edticos ter\u00e3o a vis\u00e3o para tornar esta uma realidade, na sua atua\u00e7\u00e3o no dia a dia. No entanto, para acelerar o processo e o potenciar ao m\u00e1ximo seria relevante considerar os seguintes passos:<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"1\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Criar um think tank\/ grupo de trabalho, promovido por Governos e grupos empresariais, com c\u00e9lulas de trabalho nacionais e transversais.<\/li>\n\n\n\n<li>Este think tank dever\u00e1:\n<ol start=\"1\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Ser constitu\u00eddo por uma equipa multidisciplinar conjugando os saberes e a criatividade de economistas, pol\u00edticos, cientistas, empres\u00e1rios, acad\u00e9micos e soci\u00f3logos.<\/li>\n\n\n\n<li>Estar focado em novos paradigmas, procurando ideias \u201cfora da caixa\u201d, mas pragm\u00e1ticas.<\/li>\n\n\n\n<li>Ser aberto ao mundo: estudar e visitar a China, os EUA, a Europa, o novo nacionalismo pan-africano, o fen\u00f3meno sul-americano.<\/li>\n\n\n\n<li>Ter um calend\u00e1rio de trabalho e KPI (key performance indicators\/indicadores-chave de desempenho) para atingir.<\/li>\n\n\n\n<li>Gerir-se por um c\u00f3digo de conduta \u2013 no in\u00edcio todas as ideias s\u00e3o v\u00e1lidas, no final deve apresentar-se cen\u00e1rios e caminhos concretos. Diverg\u00eancias e dissid\u00eancias ficam dentro de casa.<\/li>\n\n\n\n<li>Ter um or\u00e7amento que d\u00ea condi\u00e7\u00f5es de trabalho e autonomia (\u00e9 um risco, mas vale a pena).<\/li>\n\n\n\n<li>Receber apoio pol\u00edtico e empresarial ao mais alto n\u00edvel.<\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">GSI \u2013 Uma pequena semente<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <a href=\"http:\/\/www.globalstrategicinnovation.com\/\">Global Strategic Innovation (GSI)<\/a>, \u00e9 um programa de imers\u00e3o em Silicon Valley, nos EUA, durante uma semana que envolve executivos de v\u00e1rios pa\u00edses lus\u00f3fonos e que tem acontecido nos \u00faltimos anos com imenso sucesso. O GSI ajuda a compreender o ambiente criativo de Silicon Valley, a inova\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, os modelos de neg\u00f3cios do futuro, o empreendedorismo inovador, visitando empresas e centros de conhecimento. Este programa \u00e9 uma gota insignificante, mas n\u00e3o deixa de ser uma montra da abertura de esp\u00edrito e da nova colabora\u00e7\u00e3o criativa, virada para fora, capazes de construir um bloco lus\u00f3fono de interesse para todos. Tr\u00eas princ\u00edpios orientam o GSI \u2013 IEP: ver o mundo por \u201cnovos olhos\u201d, sonhar mudar o mundo, come\u00e7ar a mudan\u00e7a por n\u00f3s pr\u00f3prios e as nossas organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Nota: Artigo originalmente publicado no <a href=\"http:\/\/www.portaldalideranca.pt\">Portal da Lideran\u00e7a<\/a>.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>*Carlos Miguel Valler\u00e9 Oliveira<\/strong> \u00e9 CEO da LBC, empresa internacional de consultoria de gest\u00e3o presente em oito pa\u00edses: \u00c1frica do Sul, Angola, Brasil, Cabo Verde, EUA, Espanha, Mo\u00e7ambique e Portugal. Assina, tamb\u00e9m, a rubrica \u201cPonto de Vista\u201d no <a href=\"http:\/\/www.portaldalideranca.pt\/\">Portal da Lideran\u00e7a<\/a> sobre temas como a lideran\u00e7a-gest\u00e3o, economia-sociedade e inova\u00e7\u00e3o-empreendedorismo.<br><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\"><br><\/span><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif;\"><br><\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos 25 anos um conjunto de acontecimentos acumulados alterou drasticamente a posi\u00e7\u00e3o da economia mundial que fala portugu\u00eas, dando-lhe um potencial que deve ser aproveitado.<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":558,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[258],"tags":[],"setor":[],"pais":[],"servico":[315,321,342],"class_list":["post-559","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-article","servico-corporate-business-strategy","servico-development-consulting","servico-economic-development"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - 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